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INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA: DIÁLOGOS ENTRE CAIO PRADO JR., CELSO FURTADO, FLORESTAN FERNANDES E IGNÁCIO RANGEL
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Há um diálogo tácito entre grandes intérpretes do Brasil, nem sempre visível num primeiro olhar. Por exemplo, Caio Prado Jr., Celso Furtado, Florestan Fernandes e Ignácio Rangel, apesar de analisarem a sociedade brasileira a partir de fundamentações teóricas distintas, produzem obras que possuem uma agenda de perguntas semelhante e que dialogam entre si. Em especial, há uma preocupação comum em torno de alguns temas sobre o desenvolvimento brasileiro. Neste artigo, faremos a análise de alguns elementos de convergência e de divergência das interpretações dos autores sobre a industrialização brasileira, com o intuito de trazer à tona o diálogo entre eles, e, ao mesmo tempo, situando as contribuições que oferecem para a compreensão da industrialização. Para tanto, utilizaremos obras fundamentais desses autores: “A Revolução Brasileira” (2004) de Caio Prado Jr.; “Formação Econômica do Brasil” (2003) e “O Mito do Desenvolvimento Econômico” (1974) de Celso Furtado; “A Revolução Burguesa no Brasil” (1975) e “Sociedade de Classes e Subdesenvolvimento” (2008) de Florestan Fernandes; e as “Obras Reunidas” (2005) de Ignácio Rangel.
Title: INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA: DIÁLOGOS ENTRE CAIO PRADO JR., CELSO FURTADO, FLORESTAN FERNANDES E IGNÁCIO RANGEL
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Há um diálogo tácito entre grandes intérpretes do Brasil, nem sempre visível num primeiro olhar.
Por exemplo, Caio Prado Jr.
, Celso Furtado, Florestan Fernandes e Ignácio Rangel, apesar de analisarem a sociedade brasileira a partir de fundamentações teóricas distintas, produzem obras que possuem uma agenda de perguntas semelhante e que dialogam entre si.
Em especial, há uma preocupação comum em torno de alguns temas sobre o desenvolvimento brasileiro.
Neste artigo, faremos a análise de alguns elementos de convergência e de divergência das interpretações dos autores sobre a industrialização brasileira, com o intuito de trazer à tona o diálogo entre eles, e, ao mesmo tempo, situando as contribuições que oferecem para a compreensão da industrialização.
Para tanto, utilizaremos obras fundamentais desses autores: “A Revolução Brasileira” (2004) de Caio Prado Jr.
; “Formação Econômica do Brasil” (2003) e “O Mito do Desenvolvimento Econômico” (1974) de Celso Furtado; “A Revolução Burguesa no Brasil” (1975) e “Sociedade de Classes e Subdesenvolvimento” (2008) de Florestan Fernandes; e as “Obras Reunidas” (2005) de Ignácio Rangel.
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