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IMPACTO DA SOBRECARGA EMOCIONAL NA SAÚDE MENTAL DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE

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Introdução: Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS), funcionando como um elo entre os serviços de saúde e as comunidades, atuando na promoção de ações de saúde, prevenção de doenças e acompanhamento domiciliar, com foco especial em áreas de maior vulnerabilidade social. Conhecendo de perto as realidades locais, ajudam a fortalecer o vínculo entre a população e os serviços de saúde, facilitando o acesso e garantindo a continuidade do cuidado, contribuindo para a melhoria das condições de saúde e a equidade no atendimento. Objetivo: O objetivo deste estudo é realizar uma revisão sistemática da literatura para analisar o impacto da sobrecarga emocional na saúde mental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), identificando fatores que contribuem para essa sobrecarga, como o contexto de trabalho, as demandas emocionais e as condições de atendimento, além de avaliar as consequências para a saúde mental desses profissionais. Metodologia: Estudo do tipo revisão sistemática que analisa o impacto dessa sobrecarga na saúde mental dos ACS, utilizando o modelo PRISMA e a estratégia PICO. A pesquisa visa identificar fatores de risco, consequências emocionais e possíveis intervenções que promovam o bem-estar psicológico desses profissionais no contexto da Estratégia de Saúde da Família. Resultados e Discussão: O estudo revela que a saúde mental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) é profundamente afetada por condições de trabalho precárias, escassez de recursos e sobrecarga emocional. Fatores como a falta de apoio institucional, pressão por resultados e envolvimento emocional excessivo com a comunidade contribuem para altos níveis de estresse, ansiedade e depressão. A proximidade com a população, embora fortaleça os vínculos, também intensifica o desgaste psicológico. A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais esses problemas. Conclusão: A pesquisa enfatiza a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho, oferecer apoio psicológico contínuo e promover a valorização profissional dos ACS, com políticas públicas que reconheçam seu papel essencial na saúde comunitária.
Title: IMPACTO DA SOBRECARGA EMOCIONAL NA SAÚDE MENTAL DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE
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Introdução: Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS), funcionando como um elo entre os serviços de saúde e as comunidades, atuando na promoção de ações de saúde, prevenção de doenças e acompanhamento domiciliar, com foco especial em áreas de maior vulnerabilidade social.
Conhecendo de perto as realidades locais, ajudam a fortalecer o vínculo entre a população e os serviços de saúde, facilitando o acesso e garantindo a continuidade do cuidado, contribuindo para a melhoria das condições de saúde e a equidade no atendimento.
Objetivo: O objetivo deste estudo é realizar uma revisão sistemática da literatura para analisar o impacto da sobrecarga emocional na saúde mental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), identificando fatores que contribuem para essa sobrecarga, como o contexto de trabalho, as demandas emocionais e as condições de atendimento, além de avaliar as consequências para a saúde mental desses profissionais.
Metodologia: Estudo do tipo revisão sistemática que analisa o impacto dessa sobrecarga na saúde mental dos ACS, utilizando o modelo PRISMA e a estratégia PICO.
A pesquisa visa identificar fatores de risco, consequências emocionais e possíveis intervenções que promovam o bem-estar psicológico desses profissionais no contexto da Estratégia de Saúde da Família.
Resultados e Discussão: O estudo revela que a saúde mental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) é profundamente afetada por condições de trabalho precárias, escassez de recursos e sobrecarga emocional.
Fatores como a falta de apoio institucional, pressão por resultados e envolvimento emocional excessivo com a comunidade contribuem para altos níveis de estresse, ansiedade e depressão.
A proximidade com a população, embora fortaleça os vínculos, também intensifica o desgaste psicológico.
A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais esses problemas.
Conclusão: A pesquisa enfatiza a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho, oferecer apoio psicológico contínuo e promover a valorização profissional dos ACS, com políticas públicas que reconheçam seu papel essencial na saúde comunitária.

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