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SONETO DE IDENTIDADE: O PORTUNHOL SELVAGEM NA POESIA DE DOUGLAS DIEGUES

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Da reflexão da poesia de Diegues (2002), analisamos o uso do portunhol no soneto 8 do livro “Dá gusto andar desnudo por estas selvas: Sonetos Selvajes”. Inicialmente, reconhecemos como língua de manifesto e identidade estabelecida na fronteira, também utilizada pelo poeta como um artefato literário. Numa visão dialógica entre o fazer literário, abordamos o tradicional soneto,  transmudado em uma língua informal, analisada sob as premissas de Sturza (2019) e Maingueneau (2005). Por fim, apresentamos o poema, com ênfase no discurso empregado sob o jogo de palavras nas manifestações do portunhol selvaje, o qual ganha espaço na literatura nos versos de Diegues.
Title: SONETO DE IDENTIDADE: O PORTUNHOL SELVAGEM NA POESIA DE DOUGLAS DIEGUES
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Da reflexão da poesia de Diegues (2002), analisamos o uso do portunhol no soneto 8 do livro “Dá gusto andar desnudo por estas selvas: Sonetos Selvajes”.
Inicialmente, reconhecemos como língua de manifesto e identidade estabelecida na fronteira, também utilizada pelo poeta como um artefato literário.
Numa visão dialógica entre o fazer literário, abordamos o tradicional soneto,  transmudado em uma língua informal, analisada sob as premissas de Sturza (2019) e Maingueneau (2005).
Por fim, apresentamos o poema, com ênfase no discurso empregado sob o jogo de palavras nas manifestações do portunhol selvaje, o qual ganha espaço na literatura nos versos de Diegues.

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