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Melhoria do processo editorial da Revista Fitos

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O Comitê de Política Editorial da Revista Fitos, baseado em estudos e avaliações realizadas sobre os gargalos no desenvolvimento do periódico, decidiu promover alguns ajustes com vistas a melhorar todo o processo editorial e promover o crescimento da Revista nas mais diferentes dimensões. A avaliação do desenvolvimento da Revista da Fitos até 2018 indicou dois entraves:  na avaliação dos manuscritos e o baixo fluxo de submissões, especialmente em determinadas épocas do ano. Como consequência, enfrentava-se a dificuldade do fechamento das edições em tempo, acarretando atrasos ou não publicação de fascículos. Diante desse quadro, viu-se a necessidade de: rever o foco e escopo destacando o caráter interdisciplinar, ajustar as práticas relativas ao fluxo editorial e construir uma ação sistemática para captação de manuscritos. No que se refere ao foco e escopo, destaca-se a opção por artigos originais sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação em Biodiversidade e Saúde. O destaque agora se dá à Biodiversidade e à Saúde e não mais aos Medicamentos da Biodiversidade. Dessa forma, a missão do periódico é publicar trabalhos científicos originais e inéditos que contribuam para o pensamento crítico em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em Biodiversidade e Saúde, buscando promover a inter e a transdisciplinaridade das áreas do conhecimento (saúde, humanas e tecnológicas) necessárias para ampliar a compreensão das complexas interrelações entre biodiversidade e saúde humana, na perspectiva de fortalecer a colaboração entre os setores no cumprimento dos compromissos globais do desenvolvimento sustentável, comprometidos com a conservação dos recursos naturais e redução das desigualdades sociais. As plantas medicinais, porém, continuam sendo o mote principal na publicação, considerando-se três áreas temáticas para submissão de manuscritos: a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação. Buscou-se, dessa forma, enfatizar o caráter interdisciplinar do periódico, como era anteriormente. Decidiu-se abrir a publicação para outras áreas, desde que o escopo seja contemplado. Para buscar maior agilidade no fluxo editorial, propõe-se uma nova estrutura na editoria e uma dinâmica mais simples no processo editorial.  Cada área temática acima referida será da responsabilidade de um editor científico, o qual, com o apoio dos editores associados, definirá a indicação de pareceristas e acompanhará o processo editorial como um todo. Dessa forma, apresentamos os editores: a Drª Maria Helena Durães Monteiro, responsável pelos manuscritos que tratam da temática da pesquisa; o Dr. Edemilson Cardoso, que cuidará dos artigos sobre desenvolvimento e o Dr. Glauco Villas Bôas, responsável pela temática da inovação em biodiversidade e saúde. A Drª Rosane Abreu permanece na Editoria Executiva com a tarefa de cuidar dos aspectos não científicos do periódico, gerenciando assuntos administrativos e políticos. Os antigos Editores de Área e os Editores Adjuntos, pela expertise na área em que atuam, formam a equipe de Editores Associados, cuja função principal é apoiar o editor da área temática, indicando avaliadores, ajudando na definição de pareceres, esclarecendo dúvidas, e o que mais for necessário para que a tarefa editorial se desenvolva com sucesso. Para cuidar mais diretamente da interlocução com a Pós-graduação e pesquisadores das áreas de abrangência da revista, mantém-se o Conselho Editorial, um colegiado multi-institucional, constituído por pesquisadores especialistas de várias áreas do conhecimento, de instituições nacionais e internacionais.  A ação deste Conselho está centrada na divulgação e captação de manuscritos, para atrair autores e possíveis submissões, sugerir e identificar tópicos para números especiais e recomendar eventos e formas para divulgação da revista. Ressalta-se que o desafio é grande, é como trocar as rodas de um carro em movimento, mas acredita-se que tais mudanças terão uma resposta positiva para o desenvolvimento do periódico. Junto a esse processo, chama-se atenção para a nova versão do sistema OJS da Revista Fitos, versão 3.0, assim como o layout da página, mais clean, com foco no conteúdo publicado. Ao finalizar esse editorial, a equipe de Editoria deseja agradecer formalmente ao Dr. José Luiz Mazzei, que além de atuar como Editor da Área de Química integrou a equipe de editores coordenadores da Revista até dezembro de 2018, contribuindo de forma intensa para o desenvolvimento da Revista no período em que esteve nessa função. Hoje integra o Conselho Editorial, mas será eternamente nosso consultor, especialmente nas questões relacionadas às bases de dados.  Convidamos os leitores a embarcarem com a nossa equipe nesta nova jornada. E que venham novos desafios....
Fiocruz - Instituto de Tecnologia em Farmacos
Title: Melhoria do processo editorial da Revista Fitos
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O Comitê de Política Editorial da Revista Fitos, baseado em estudos e avaliações realizadas sobre os gargalos no desenvolvimento do periódico, decidiu promover alguns ajustes com vistas a melhorar todo o processo editorial e promover o crescimento da Revista nas mais diferentes dimensões.
A avaliação do desenvolvimento da Revista da Fitos até 2018 indicou dois entraves:  na avaliação dos manuscritos e o baixo fluxo de submissões, especialmente em determinadas épocas do ano.
Como consequência, enfrentava-se a dificuldade do fechamento das edições em tempo, acarretando atrasos ou não publicação de fascículos.
Diante desse quadro, viu-se a necessidade de: rever o foco e escopo destacando o caráter interdisciplinar, ajustar as práticas relativas ao fluxo editorial e construir uma ação sistemática para captação de manuscritos.
No que se refere ao foco e escopo, destaca-se a opção por artigos originais sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação em Biodiversidade e Saúde.
O destaque agora se dá à Biodiversidade e à Saúde e não mais aos Medicamentos da Biodiversidade.
Dessa forma, a missão do periódico é publicar trabalhos científicos originais e inéditos que contribuam para o pensamento crítico em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em Biodiversidade e Saúde, buscando promover a inter e a transdisciplinaridade das áreas do conhecimento (saúde, humanas e tecnológicas) necessárias para ampliar a compreensão das complexas interrelações entre biodiversidade e saúde humana, na perspectiva de fortalecer a colaboração entre os setores no cumprimento dos compromissos globais do desenvolvimento sustentável, comprometidos com a conservação dos recursos naturais e redução das desigualdades sociais.
As plantas medicinais, porém, continuam sendo o mote principal na publicação, considerando-se três áreas temáticas para submissão de manuscritos: a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação.
Buscou-se, dessa forma, enfatizar o caráter interdisciplinar do periódico, como era anteriormente.
Decidiu-se abrir a publicação para outras áreas, desde que o escopo seja contemplado.
Para buscar maior agilidade no fluxo editorial, propõe-se uma nova estrutura na editoria e uma dinâmica mais simples no processo editorial.
  Cada área temática acima referida será da responsabilidade de um editor científico, o qual, com o apoio dos editores associados, definirá a indicação de pareceristas e acompanhará o processo editorial como um todo.
Dessa forma, apresentamos os editores: a Drª Maria Helena Durães Monteiro, responsável pelos manuscritos que tratam da temática da pesquisa; o Dr.
Edemilson Cardoso, que cuidará dos artigos sobre desenvolvimento e o Dr.
Glauco Villas Bôas, responsável pela temática da inovação em biodiversidade e saúde.
A Drª Rosane Abreu permanece na Editoria Executiva com a tarefa de cuidar dos aspectos não científicos do periódico, gerenciando assuntos administrativos e políticos.
Os antigos Editores de Área e os Editores Adjuntos, pela expertise na área em que atuam, formam a equipe de Editores Associados, cuja função principal é apoiar o editor da área temática, indicando avaliadores, ajudando na definição de pareceres, esclarecendo dúvidas, e o que mais for necessário para que a tarefa editorial se desenvolva com sucesso.
Para cuidar mais diretamente da interlocução com a Pós-graduação e pesquisadores das áreas de abrangência da revista, mantém-se o Conselho Editorial, um colegiado multi-institucional, constituído por pesquisadores especialistas de várias áreas do conhecimento, de instituições nacionais e internacionais.
  A ação deste Conselho está centrada na divulgação e captação de manuscritos, para atrair autores e possíveis submissões, sugerir e identificar tópicos para números especiais e recomendar eventos e formas para divulgação da revista.
Ressalta-se que o desafio é grande, é como trocar as rodas de um carro em movimento, mas acredita-se que tais mudanças terão uma resposta positiva para o desenvolvimento do periódico.
Junto a esse processo, chama-se atenção para a nova versão do sistema OJS da Revista Fitos, versão 3.
0, assim como o layout da página, mais clean, com foco no conteúdo publicado.
Ao finalizar esse editorial, a equipe de Editoria deseja agradecer formalmente ao Dr.
José Luiz Mazzei, que além de atuar como Editor da Área de Química integrou a equipe de editores coordenadores da Revista até dezembro de 2018, contribuindo de forma intensa para o desenvolvimento da Revista no período em que esteve nessa função.
Hoje integra o Conselho Editorial, mas será eternamente nosso consultor, especialmente nas questões relacionadas às bases de dados.
  Convidamos os leitores a embarcarem com a nossa equipe nesta nova jornada.
E que venham novos desafios.

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