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Editorial
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A Revista Fitos foi lançada em junho de 2005, tendo à frente Antonio Carlos Siani como Presidente do Conselho Editorial, que ocupou o cargo até 2010. No seu primeiro número, Eduardo Campos e Josimar Henrique, na época, respectivamente, Ministro da Ciência e Tecnologia e Presidente da ALANAC (Associação Nacional dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais), destacaram a importância da parceria entre ambos. Entretanto, este processo foi interrompido, dificultando a periodicidade que a revista vinha mantendo. A partir de 2010, a Fitos passou a contar com o apoio institucional e financeiro de Farmanguinhos/Fiocruz, através do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS). Até a presente data, foram publicados cerca de 130 artigos, compreendendo 7 volumes e quinze números, abrangendo as mais diversas áreas da pesquisa com plantas medicinais, tais como monografias, química, farmacologia, legislação, etnofarmacologia, cultivo, história, etc.A partir do volume 6, dezembro de 2011, a Fitos passou por transformações. Depois de seis anos à frente da Revista, o Siani deixou o cargo que passou a ser exercido por mim. A Direção de Farmanguinhos assumiu formalmente sua institucionalização, promovendo a oportunidade de a Fitos ocupar seu lugar no rol das publicações científicas da Fiocruz. Uma modificação no corpo de Conselheiros foi realizada acompanhando o realinhamento do escopo. Essa modificação foi baseada não apenas na capacidade acadêmica dos novos membros, mas também no meu relacionamento pessoal com cada um deles, de maneira que o contato, quando necessário, possa se tornar mais ágil. Nesse sentido, convidei destacados pesquisadores da área de fitoquímica e plantas medicinais para colaborarem com a Revista. Foi gratificante constatar que a grande maioria aceitou o desafio. Outras modificações realizadas dizem respeito à numeração das páginas, que passa a ser seqüenciada, facilitando a consulta pelos interessados; à formatação dos artigos; bem com as instruções aos autores, publicadas no primeiro número da cada volume.Uma revista desse porte, entretanto, só pode sobreviver se houver quatro pré-requisitos fundamentais e de igual importância: a submissão de artigos, a periodicidade constante, um sistema de distribuição eficiente e um apoio institucional e financeiro. A periodicidade só será mantida se houver a submissão de artigos e isto depende, exclusivamente, da colaboração de toda a comunidade científica, uma vez que a dificuldade em submeter artigos a um periódico nos primeiros anos de sua existência é uma praxe quase universal, instigada pelos próprios órgãos de fomento. Contudo, é fundamental acreditar na revista e romper o círculo vicioso segundo o qual o pesquisador não submete um artigo a determinado periódico científico porque o mesmo não é indexado; o periódico não é indexado porque não tem artigos.A Revista Fitos já é uma realidade e a sua qualidade reconhecida por todos que a conhecem. Nesse sentido, com a ampliação do seu escopo, ela representa uma opção para a publicação dos trabalhos com plantas medicinais realizados nas diversas instituições de ensino e pesquisa espalhadas pelo Brasil.Desde o seu primeiro número, a Fitos se posicionou como um novo veículo para publicação de artigos nas áreas de inovação e gestão de fitomedicamentos, assim como as Ciências Agrícolas, Econômicas, Sociais e Políticas, normalmente ausentes em outras publicações do gênero. Com o apoio do NGBS e da REDESFITO (Sistema Nacional de Redes Fito) esperamos que este projeto se consolide cada vez mais. A Revista convida todos os pesquisadores envolvidos nesses processos a submeterem seus artigos nas suas páginas.
Title: Editorial
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A Revista Fitos foi lançada em junho de 2005, tendo à frente Antonio Carlos Siani como Presidente do Conselho Editorial, que ocupou o cargo até 2010.
No seu primeiro número, Eduardo Campos e Josimar Henrique, na época, respectivamente, Ministro da Ciência e Tecnologia e Presidente da ALANAC (Associação Nacional dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais), destacaram a importância da parceria entre ambos.
Entretanto, este processo foi interrompido, dificultando a periodicidade que a revista vinha mantendo.
A partir de 2010, a Fitos passou a contar com o apoio institucional e financeiro de Farmanguinhos/Fiocruz, através do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS).
Até a presente data, foram publicados cerca de 130 artigos, compreendendo 7 volumes e quinze números, abrangendo as mais diversas áreas da pesquisa com plantas medicinais, tais como monografias, química, farmacologia, legislação, etnofarmacologia, cultivo, história, etc.
A partir do volume 6, dezembro de 2011, a Fitos passou por transformações.
Depois de seis anos à frente da Revista, o Siani deixou o cargo que passou a ser exercido por mim.
A Direção de Farmanguinhos assumiu formalmente sua institucionalização, promovendo a oportunidade de a Fitos ocupar seu lugar no rol das publicações científicas da Fiocruz.
Uma modificação no corpo de Conselheiros foi realizada acompanhando o realinhamento do escopo.
Essa modificação foi baseada não apenas na capacidade acadêmica dos novos membros, mas também no meu relacionamento pessoal com cada um deles, de maneira que o contato, quando necessário, possa se tornar mais ágil.
Nesse sentido, convidei destacados pesquisadores da área de fitoquímica e plantas medicinais para colaborarem com a Revista.
Foi gratificante constatar que a grande maioria aceitou o desafio.
Outras modificações realizadas dizem respeito à numeração das páginas, que passa a ser seqüenciada, facilitando a consulta pelos interessados; à formatação dos artigos; bem com as instruções aos autores, publicadas no primeiro número da cada volume.
Uma revista desse porte, entretanto, só pode sobreviver se houver quatro pré-requisitos fundamentais e de igual importância: a submissão de artigos, a periodicidade constante, um sistema de distribuição eficiente e um apoio institucional e financeiro.
A periodicidade só será mantida se houver a submissão de artigos e isto depende, exclusivamente, da colaboração de toda a comunidade científica, uma vez que a dificuldade em submeter artigos a um periódico nos primeiros anos de sua existência é uma praxe quase universal, instigada pelos próprios órgãos de fomento.
Contudo, é fundamental acreditar na revista e romper o círculo vicioso segundo o qual o pesquisador não submete um artigo a determinado periódico científico porque o mesmo não é indexado; o periódico não é indexado porque não tem artigos.
A Revista Fitos já é uma realidade e a sua qualidade reconhecida por todos que a conhecem.
Nesse sentido, com a ampliação do seu escopo, ela representa uma opção para a publicação dos trabalhos com plantas medicinais realizados nas diversas instituições de ensino e pesquisa espalhadas pelo Brasil.
Desde o seu primeiro número, a Fitos se posicionou como um novo veículo para publicação de artigos nas áreas de inovação e gestão de fitomedicamentos, assim como as Ciências Agrícolas, Econômicas, Sociais e Políticas, normalmente ausentes em outras publicações do gênero.
Com o apoio do NGBS e da REDESFITO (Sistema Nacional de Redes Fito) esperamos que este projeto se consolide cada vez mais.
A Revista convida todos os pesquisadores envolvidos nesses processos a submeterem seus artigos nas suas páginas.
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