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Os desafios no cotidiano de estudantes universitários com deficiência: barreiras ou facilitadores?
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Tendo em vista o expressivo número de pessoas com alguma deficiência e o crescimento da população idosa faz-se necessário a realização de pesquisas que contemplem a necessidade das pessoas com deficiência, como o direito de ir e vir e de praticar a sua cidadania. Este estudo teve como objetivo realizar um levantamento dos acadêmicos ingressantes em uma Instituição de Ensino Superior – IES do Sul do Brasil pelas Ações Afirmativas B e identificar as barreiras arquitetônicas ou urbanísticas encontradas por estes. Caracteriza-se como um estudo quantitativo, realizado através de um levantamento de dados secundários do Núcleo de Acessibilidade da Instituição, no período de novembro de 2014. Foi realizada análise descritiva dos com o auxílio do Software Statistica 9. E a análise dos dados relacionados barreiras arquitetônicas e urbanísticas realizou-se um comparativo entre a realidade encontrada nas edificações e as exigências da NBR – 9050. No ano de 2013 ingressaram pelas Ações Afirmativas B 233 acadêmicos, deste total 155 estavam matriculados regularmente; a unidade universitária com o maior número de ingressantes foi o Centro de Ciências da Saúde – CCS com 42 acadêmicos; e curso de Medicina é o mais procurado pelos concorrentes (22 acadêmicos). Os facilitadores encontraram-se guias rebaixadas, rampas, barras de apoio, banheiros adaptados. Quanto as Barreiras calçadas sem guias rebaixadas, piso tátil colocado de forma inadequada, calçamento irregular, elevador antigo, escadas com degraus irregular e piso liso. Verificaram-se facilitadores além da diminuição das barreiras físicas até o local de um dos centros. Porém, percebe-se que muitas barreiras precisam ser extintas para o melhor desempenho ocupacional nas atividades de vida prática destes acadêmicos, pois estes obstáculos acabam gerando impedimentos como a dificuldade de acesso das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Universidad Federal de Santa Maria
Title: Os desafios no cotidiano de estudantes universitários com deficiência: barreiras ou facilitadores?
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Tendo em vista o expressivo número de pessoas com alguma deficiência e o crescimento da população idosa faz-se necessário a realização de pesquisas que contemplem a necessidade das pessoas com deficiência, como o direito de ir e vir e de praticar a sua cidadania.
Este estudo teve como objetivo realizar um levantamento dos acadêmicos ingressantes em uma Instituição de Ensino Superior – IES do Sul do Brasil pelas Ações Afirmativas B e identificar as barreiras arquitetônicas ou urbanísticas encontradas por estes.
Caracteriza-se como um estudo quantitativo, realizado através de um levantamento de dados secundários do Núcleo de Acessibilidade da Instituição, no período de novembro de 2014.
Foi realizada análise descritiva dos com o auxílio do Software Statistica 9.
E a análise dos dados relacionados barreiras arquitetônicas e urbanísticas realizou-se um comparativo entre a realidade encontrada nas edificações e as exigências da NBR – 9050.
No ano de 2013 ingressaram pelas Ações Afirmativas B 233 acadêmicos, deste total 155 estavam matriculados regularmente; a unidade universitária com o maior número de ingressantes foi o Centro de Ciências da Saúde – CCS com 42 acadêmicos; e curso de Medicina é o mais procurado pelos concorrentes (22 acadêmicos).
Os facilitadores encontraram-se guias rebaixadas, rampas, barras de apoio, banheiros adaptados.
Quanto as Barreiras calçadas sem guias rebaixadas, piso tátil colocado de forma inadequada, calçamento irregular, elevador antigo, escadas com degraus irregular e piso liso.
Verificaram-se facilitadores além da diminuição das barreiras físicas até o local de um dos centros.
Porém, percebe-se que muitas barreiras precisam ser extintas para o melhor desempenho ocupacional nas atividades de vida prática destes acadêmicos, pois estes obstáculos acabam gerando impedimentos como a dificuldade de acesso das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
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