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Aporte de serapilheira em reflorestamento misto
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Ações de monitoramento são necessárias para a avaliação de indicadores que revelem a evolução da restauração ecológica. O aporte da serapilheira pode ser indicador da sustentabilidade de uma floresta plantada ou reflorestamento misto com espécies nativas. Este trabalho visou avaliar a funcionalidade de um reflorestamento em Laranjeiras (SE) utilizando o aporte de serapilheira como indicador. Realizou-se o reflorestamento em novembro de 2005, com 31 espécies florestais nativas. O aporte de serapilheira foi coletado mensalmente, de setembro de 2014 a agosto de 2015. Analisaram-se quimicamente nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), transformados para conteúdo de nutrientes (kg ha ano-1). O aporte anual de serapilheira foi estimado em 3,85 Mg ha-1 ano-1, com média mensal de 0,33 Mg ha-1. O baixo aporte de serapilheira pode advir do maior espaçamento e pelo fato de 26 das 31 espécies usadas para plantio serem secundárias tardias ou clímax, produzindo menos serapilheira. O aporte de serapilheira apresentou padrão sazonal (aumento da produção no início da estação seca e redução na estação chuvosa). O aporte anual de nutrientes, via serapilheira, foi: nitrogênio (N) >potássio (K) >fósforo (P). O padrão de aporte de serapilheira no reflorestamento misto está funcionalmente semelhante ao de ecossistemas florestais naturais de florestas estacionais semideciduais.
Fundacao Educacional da Regiao de Joinville - Univille
Title: Aporte de serapilheira em reflorestamento misto
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Ações de monitoramento são necessárias para a avaliação de indicadores que revelem a evolução da restauração ecológica.
O aporte da serapilheira pode ser indicador da sustentabilidade de uma floresta plantada ou reflorestamento misto com espécies nativas.
Este trabalho visou avaliar a funcionalidade de um reflorestamento em Laranjeiras (SE) utilizando o aporte de serapilheira como indicador.
Realizou-se o reflorestamento em novembro de 2005, com 31 espécies florestais nativas.
O aporte de serapilheira foi coletado mensalmente, de setembro de 2014 a agosto de 2015.
Analisaram-se quimicamente nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), transformados para conteúdo de nutrientes (kg ha ano-1).
O aporte anual de serapilheira foi estimado em 3,85 Mg ha-1 ano-1, com média mensal de 0,33 Mg ha-1.
O baixo aporte de serapilheira pode advir do maior espaçamento e pelo fato de 26 das 31 espécies usadas para plantio serem secundárias tardias ou clímax, produzindo menos serapilheira.
O aporte de serapilheira apresentou padrão sazonal (aumento da produção no início da estação seca e redução na estação chuvosa).
O aporte anual de nutrientes, via serapilheira, foi: nitrogênio (N) >potássio (K) >fósforo (P).
O padrão de aporte de serapilheira no reflorestamento misto está funcionalmente semelhante ao de ecossistemas florestais naturais de florestas estacionais semideciduais.
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