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MEMÓRIAS VISUAIS EM WILLIAN JOHN BURCHELL
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RESUMO: O objetivo central desse artigo é discutir alguns aspectos do cotidiano e do desenvolvimento social e cultural na Cidade de Goiás por meio do patrimônio cultural. As fontes em análise são as pinturas em aquarela do botânico William J. Burchell (1781-1863) que revelam a identidade e resistências dos habitantes da Antiga Vila Boa. Suas pinturas retratam a urbe colonial, o habitatus local como sinônimo de patrimônio a ser preservado. Assim, a paisagem cultural se revela pelas artes do fazer e por suas memórias visuais. A metodologia empregada para análise dos aquarelados foi a leitura e análise das obras visuais selecionadas pelo contexto histórico de transição do século XIX, além do referencial teórico e bibliográfico. Este estudo se justifica pela sua importância por trazer uma leitura visual sobre das obras de Willian John Burchell, que se revelou além de botânico, também um artista.
PALAVRAS-CHAVE: artes do fazer[1], paisagem cultural, W. Burchell, cidade-patrimônio
[1] Conceito apropriado de Michel de Certeau (2014), na obra “Invenção do Cotidiano – Artes do Fazer”, com o objetivo de analisar nas obras, em aquarelado de Willian J. Burchel, práticas de interação dos atores vilaboenses com a paisagem urbana da Cidade de Goiás, no século XIX. Para o teórico, as artes do fazer é “narrar práticas comuns. (...) Introduzi-las como experiências particulares, as frequentações, as solidariedades e as lutas que organizam o espaço onde essas narrações vão abrindo um caminho (...). Com isto, se precisará igualmente uma “maneira de caminhar”, que pertence aliás às “maneiras de fazer” de que aqui se trata. Para ler e escrever a cultura ordinária, é mister reaprender operações comuns e fazer da análise uma variante do seu objeto (CERTEAU, 2014, p. 35).
Universidade Estadual De Goias
Title: MEMÓRIAS VISUAIS EM WILLIAN JOHN BURCHELL
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RESUMO: O objetivo central desse artigo é discutir alguns aspectos do cotidiano e do desenvolvimento social e cultural na Cidade de Goiás por meio do patrimônio cultural.
As fontes em análise são as pinturas em aquarela do botânico William J.
Burchell (1781-1863) que revelam a identidade e resistências dos habitantes da Antiga Vila Boa.
Suas pinturas retratam a urbe colonial, o habitatus local como sinônimo de patrimônio a ser preservado.
Assim, a paisagem cultural se revela pelas artes do fazer e por suas memórias visuais.
A metodologia empregada para análise dos aquarelados foi a leitura e análise das obras visuais selecionadas pelo contexto histórico de transição do século XIX, além do referencial teórico e bibliográfico.
Este estudo se justifica pela sua importância por trazer uma leitura visual sobre das obras de Willian John Burchell, que se revelou além de botânico, também um artista.
PALAVRAS-CHAVE: artes do fazer[1], paisagem cultural, W.
Burchell, cidade-patrimônio
[1] Conceito apropriado de Michel de Certeau (2014), na obra “Invenção do Cotidiano – Artes do Fazer”, com o objetivo de analisar nas obras, em aquarelado de Willian J.
Burchel, práticas de interação dos atores vilaboenses com a paisagem urbana da Cidade de Goiás, no século XIX.
Para o teórico, as artes do fazer é “narrar práticas comuns.
(.
) Introduzi-las como experiências particulares, as frequentações, as solidariedades e as lutas que organizam o espaço onde essas narrações vão abrindo um caminho (.
).
Com isto, se precisará igualmente uma “maneira de caminhar”, que pertence aliás às “maneiras de fazer” de que aqui se trata.
Para ler e escrever a cultura ordinária, é mister reaprender operações comuns e fazer da análise uma variante do seu objeto (CERTEAU, 2014, p.
35).
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