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Medicina de família e comunidade: os desafios para a legitimação do SUS

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A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é essencial para a legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, entretanto, enfrenta desafios como a formação e retenção de profissionais, o subfinanciamento do sistema e a migração de médicos para o setor privado. Apesar de políticas como o Programa Mais Médicos terem ampliado a oferta de profissionais na Atenção Primária à Saúde (APS), obstáculos estruturais e financeiros continuam a dificultar a consolidação da MFC como pilar central do SUS. Este artigo explora esses desafios e as estratégias necessárias para fortalecer a MFC no sistema público de saúde e, além disso, apresenta como objetivo analisar os principais desafios enfrentados pela Medicina de Família e Comunidade no processo de legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, destacando as barreiras institucionais, políticas e sociais que influenciam a consolidação desse modelo de atenção primária à saúde. Foram utilizadas as seguintes bases de dados científicas: Google Acadêmico e Scielo, para a seleção dos artigos, como o uso dos unitermos: “Atenção Primária à Saúde, Sistema Único de Saúde (SUS), Medicina de Família e Comunidade, Políticas de Saúde Pública”. Evidencia-se que a Medicina de Família e Comunidade enfrenta desafios significativos para a legitimação do SUS, como a insuficiência de profissionais capacitados e a necessidade de fortalecer a Atenção Primária à Saúde. Além disso, há uma demanda por maior participação social e por políticas que garantam a formação continuada e a fixação de médicos em áreas de difícil acesso. Desse modo, conclui-se que o enfrentamento desses desafios requer investimentos em infraestrutura, educação permanente e gestão inclusiva, de modo que vise  a manutenção de um sistema de saúde equitativo e acessível para todos.
Title: Medicina de família e comunidade: os desafios para a legitimação do SUS
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A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é essencial para a legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, entretanto, enfrenta desafios como a formação e retenção de profissionais, o subfinanciamento do sistema e a migração de médicos para o setor privado.
Apesar de políticas como o Programa Mais Médicos terem ampliado a oferta de profissionais na Atenção Primária à Saúde (APS), obstáculos estruturais e financeiros continuam a dificultar a consolidação da MFC como pilar central do SUS.
Este artigo explora esses desafios e as estratégias necessárias para fortalecer a MFC no sistema público de saúde e, além disso, apresenta como objetivo analisar os principais desafios enfrentados pela Medicina de Família e Comunidade no processo de legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, destacando as barreiras institucionais, políticas e sociais que influenciam a consolidação desse modelo de atenção primária à saúde.
Foram utilizadas as seguintes bases de dados científicas: Google Acadêmico e Scielo, para a seleção dos artigos, como o uso dos unitermos: “Atenção Primária à Saúde, Sistema Único de Saúde (SUS), Medicina de Família e Comunidade, Políticas de Saúde Pública”.
Evidencia-se que a Medicina de Família e Comunidade enfrenta desafios significativos para a legitimação do SUS, como a insuficiência de profissionais capacitados e a necessidade de fortalecer a Atenção Primária à Saúde.
Além disso, há uma demanda por maior participação social e por políticas que garantam a formação continuada e a fixação de médicos em áreas de difícil acesso.
Desse modo, conclui-se que o enfrentamento desses desafios requer investimentos em infraestrutura, educação permanente e gestão inclusiva, de modo que vise  a manutenção de um sistema de saúde equitativo e acessível para todos.

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