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Medicina de família e comunidade: os desafios para a legitimação do SUS
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A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é essencial para a legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, entretanto, enfrenta desafios como a formação e retenção de profissionais, o subfinanciamento do sistema e a migração de médicos para o setor privado. Apesar de políticas como o Programa Mais Médicos terem ampliado a oferta de profissionais na Atenção Primária à Saúde (APS), obstáculos estruturais e financeiros continuam a dificultar a consolidação da MFC como pilar central do SUS. Este artigo explora esses desafios e as estratégias necessárias para fortalecer a MFC no sistema público de saúde e, além disso, apresenta como objetivo analisar os principais desafios enfrentados pela Medicina de Família e Comunidade no processo de legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, destacando as barreiras institucionais, políticas e sociais que influenciam a consolidação desse modelo de atenção primária à saúde. Foram utilizadas as seguintes bases de dados científicas: Google Acadêmico e Scielo, para a seleção dos artigos, como o uso dos unitermos: “Atenção Primária à Saúde, Sistema Único de Saúde (SUS), Medicina de Família e Comunidade, Políticas de Saúde Pública”. Evidencia-se que a Medicina de Família e Comunidade enfrenta desafios significativos para a legitimação do SUS, como a insuficiência de profissionais capacitados e a necessidade de fortalecer a Atenção Primária à Saúde. Além disso, há uma demanda por maior participação social e por políticas que garantam a formação continuada e a fixação de médicos em áreas de difícil acesso. Desse modo, conclui-se que o enfrentamento desses desafios requer investimentos em infraestrutura, educação permanente e gestão inclusiva, de modo que vise a manutenção de um sistema de saúde equitativo e acessível para todos.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Lahuan Araujo Costa
Edson Wander Braga Branco
Maria Eliza Franzini Gonçalves
Camila Karine Santos Rocha
Ricardo Ramsés Guedes Ribeiro
Isabelle Suassuna Alencar
Vitória Silva de Souza
Leandro Alves da Cunha
Eloá Perciano Madeira da Silva
João Heitor de Oliveira Fernandes
Mykaella Mendonça Duarte
Luís Eduardo Arcoverde Nogueira Brayner
Rafael Pinheiro Cohen
Ana Sabrina Coelho de Oliveira
Lisia Raquel Fernandes Paz
Larissa Gonçalves Nogueira Louzada
Gustavo Sousa Andrade
Iuri Milhomens Almeida
Débora Vilas Calheiros Marques
Giovana Aboud Matos Borges
Ana Carolina Cerqueira Costa
Maria Clara Luz
Title: Medicina de família e comunidade: os desafios para a legitimação do SUS
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A Medicina de Família e Comunidade (MFC) é essencial para a legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, entretanto, enfrenta desafios como a formação e retenção de profissionais, o subfinanciamento do sistema e a migração de médicos para o setor privado.
Apesar de políticas como o Programa Mais Médicos terem ampliado a oferta de profissionais na Atenção Primária à Saúde (APS), obstáculos estruturais e financeiros continuam a dificultar a consolidação da MFC como pilar central do SUS.
Este artigo explora esses desafios e as estratégias necessárias para fortalecer a MFC no sistema público de saúde e, além disso, apresenta como objetivo analisar os principais desafios enfrentados pela Medicina de Família e Comunidade no processo de legitimação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, destacando as barreiras institucionais, políticas e sociais que influenciam a consolidação desse modelo de atenção primária à saúde.
Foram utilizadas as seguintes bases de dados científicas: Google Acadêmico e Scielo, para a seleção dos artigos, como o uso dos unitermos: “Atenção Primária à Saúde, Sistema Único de Saúde (SUS), Medicina de Família e Comunidade, Políticas de Saúde Pública”.
Evidencia-se que a Medicina de Família e Comunidade enfrenta desafios significativos para a legitimação do SUS, como a insuficiência de profissionais capacitados e a necessidade de fortalecer a Atenção Primária à Saúde.
Além disso, há uma demanda por maior participação social e por políticas que garantam a formação continuada e a fixação de médicos em áreas de difícil acesso.
Desse modo, conclui-se que o enfrentamento desses desafios requer investimentos em infraestrutura, educação permanente e gestão inclusiva, de modo que vise a manutenção de um sistema de saúde equitativo e acessível para todos.
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