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Adubação orgânica com esterco bovino na cultura do milho (Zea mays L.) no Cariri Paraibano.
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A cultura do milho (Zea mays L.) pertence à família Poaceae, é considerado um cereal com alta produtividade e consumo em todo o mundo. Sua importância econômica é caracterizada pelas diversas formas de utilização, sua grande capacidade de adaptação, faz com que seja a cultura mais disseminada de todas em nosso país. O uso de adubos orgânicos proporciona bons resultados produtivos e benefícios para o solo. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar o desenvolvimento e a produtividade da cultivar de milho FEROZ VIPTERA 3 em função da adubação orgânica com esterco bovino no município de Sumé, Cariri paraibano. O experimento foi realizado no período de agosto a dezembro de 2019, na Área Experimental pertencente ao LAFISA, do CDSA/UFCG, Campus de Sumé – PB. Foi adotado o delineamento em blocos casualizado (DBC), com cinco tratamentos e quatro repetições. Foram avaliadas as diferentes concentrações de adubação orgânica, utilizando esterco bovino no experimento: dose 0 kg/m2 (T1); 1,6 kg/m2 (T2); 3,2 kg/m2 (T3); 4,8 kg/m2 (T4); 6,4 kg/m2, distribuídos na cultura do milho. As variáveis estudadas foram, altura de plantas, diâmetro de caule, número de folhas e área foliar verificou-se que não houve diferenciação estatística entre os resultados quando submetidas às diferentes doses de esterco bovino. Constatou-se ainda que as diferentes doses de esterco não influenciaram no número de espigas/plantas e nem na quantidade de pendões/plantas analisadas. No entanto, verificou- se que nos diferentes períodos de avaliação do número de espigas/plantas, houve diferença estatística entre a primeira, segunda e quarta período avaliado. Observou-se ainda que nos diferentes períodos de avaliação não influenciaram significativa no número de pendões/planta, obtendo média de 18,83 nos quatros períodos avaliados. Verificou-se que as diferentes doses de esterco bovino influenciaram na produtividade do milho, quando se aumenta a dose de esterco bovino, houve o aumento de sua produtividade. Destaque para dose 20 que obteve a menor produtividade 6,8 ton/ha1 e para dose 50 que teve a produtividade máxima 9,9 ton/ha1. Tendo assim, 45% de diferença percentual entre a produtividade mínima e a maior, aplicando à menor e a maior dose de esterco. Conclui-se que não houve influência da adubação orgânica com esterco bovino nas doses 10 ton/ha1; 20 ton/ha; 30 ton/ha1; 40 ton/ha1 e 50 ton/ha1, para as variáveis altura de planta; diâmetro de caule; número de folhas; área foliar; número de espiga; número de pendões. No entanto, constatou-se o aumento da produtividade do milho cultivar FEROZ VIPTERA 3, quando aplicado a dose 50 ton/ha1.
Title: Adubação orgânica com esterco bovino na cultura do milho (Zea mays L.) no Cariri Paraibano.
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A cultura do milho (Zea mays L.
) pertence à família Poaceae, é considerado um cereal com alta produtividade e consumo em todo o mundo.
Sua importância econômica é caracterizada pelas diversas formas de utilização, sua grande capacidade de adaptação, faz com que seja a cultura mais disseminada de todas em nosso país.
O uso de adubos orgânicos proporciona bons resultados produtivos e benefícios para o solo.
Objetivou-se com o presente trabalho avaliar o desenvolvimento e a produtividade da cultivar de milho FEROZ VIPTERA 3 em função da adubação orgânica com esterco bovino no município de Sumé, Cariri paraibano.
O experimento foi realizado no período de agosto a dezembro de 2019, na Área Experimental pertencente ao LAFISA, do CDSA/UFCG, Campus de Sumé – PB.
Foi adotado o delineamento em blocos casualizado (DBC), com cinco tratamentos e quatro repetições.
Foram avaliadas as diferentes concentrações de adubação orgânica, utilizando esterco bovino no experimento: dose 0 kg/m2 (T1); 1,6 kg/m2 (T2); 3,2 kg/m2 (T3); 4,8 kg/m2 (T4); 6,4 kg/m2, distribuídos na cultura do milho.
As variáveis estudadas foram, altura de plantas, diâmetro de caule, número de folhas e área foliar verificou-se que não houve diferenciação estatística entre os resultados quando submetidas às diferentes doses de esterco bovino.
Constatou-se ainda que as diferentes doses de esterco não influenciaram no número de espigas/plantas e nem na quantidade de pendões/plantas analisadas.
No entanto, verificou- se que nos diferentes períodos de avaliação do número de espigas/plantas, houve diferença estatística entre a primeira, segunda e quarta período avaliado.
Observou-se ainda que nos diferentes períodos de avaliação não influenciaram significativa no número de pendões/planta, obtendo média de 18,83 nos quatros períodos avaliados.
Verificou-se que as diferentes doses de esterco bovino influenciaram na produtividade do milho, quando se aumenta a dose de esterco bovino, houve o aumento de sua produtividade.
Destaque para dose 20 que obteve a menor produtividade 6,8 ton/ha1 e para dose 50 que teve a produtividade máxima 9,9 ton/ha1.
Tendo assim, 45% de diferença percentual entre a produtividade mínima e a maior, aplicando à menor e a maior dose de esterco.
Conclui-se que não houve influência da adubação orgânica com esterco bovino nas doses 10 ton/ha1; 20 ton/ha; 30 ton/ha1; 40 ton/ha1 e 50 ton/ha1, para as variáveis altura de planta; diâmetro de caule; número de folhas; área foliar; número de espiga; número de pendões.
No entanto, constatou-se o aumento da produtividade do milho cultivar FEROZ VIPTERA 3, quando aplicado a dose 50 ton/ha1.
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