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MANEJO EFICAZ DE CRISES CONVULSIVAS NA PEDIATRIA: ESTRATÉGIAS E ABORDAGENS ATUALIZADAS
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O manejo eficaz de crises convulsivas na pediatria é crucial para reduzir a morbimortalidade e prevenir danos neurológicos permanentes. As crises convulsivas pediátricas, especialmente o status epilepticus, requerem uma intervenção imediata e diferenciada das convulsões benignas. A identificação precisa se baseia em uma anamnese minuciosa e exame físico detalhado, distinguindo entre crises epilépticas e não epilépticas psicogênicas. A abordagem inicial segue o protocolo ABC (vias aéreas, respiração e circulação), garantindo a oxigenação adequada e a administração de anticonvulsivantes. Benzodiazepínicos como Midazolam são preferidos devido à rápida ação e eficácia em vias diversas (EV, IO, IM, nasal). Em casos refratários, medicamentos de segunda linha como fenitoína ou levetiracetam são administrados. A etiologia das crises varia, desde metabólica a infecciosa e idiopática, com a identificação de biomarcadores circulantes emergindo como ferramenta diagnóstica. A fisiopatologia envolve disfunções nos canais iônicos e neurotransmissores, destacando-se o papel dos receptores glutamatérgicos e GABAérgicos. Epidemiologicamente, a prevalência e o custo das internações por epilepsia são significativos, com variações regionais importantes no Brasil. O manejo adequado, incluindo intervenção precoce e o uso de protocolos atualizados, é essencial para melhorar os desfechos clínicos e reduzir o impacto financeiro. A revisão da literatura sugere a necessidade de abordagens integradas e contínuas pesquisas para aprimorar o tratamento e prognóstico das crises convulsivas na pediatria.
Revista CPAQV
Title: MANEJO EFICAZ DE CRISES CONVULSIVAS NA PEDIATRIA: ESTRATÉGIAS E ABORDAGENS ATUALIZADAS
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O manejo eficaz de crises convulsivas na pediatria é crucial para reduzir a morbimortalidade e prevenir danos neurológicos permanentes.
As crises convulsivas pediátricas, especialmente o status epilepticus, requerem uma intervenção imediata e diferenciada das convulsões benignas.
A identificação precisa se baseia em uma anamnese minuciosa e exame físico detalhado, distinguindo entre crises epilépticas e não epilépticas psicogênicas.
A abordagem inicial segue o protocolo ABC (vias aéreas, respiração e circulação), garantindo a oxigenação adequada e a administração de anticonvulsivantes.
Benzodiazepínicos como Midazolam são preferidos devido à rápida ação e eficácia em vias diversas (EV, IO, IM, nasal).
Em casos refratários, medicamentos de segunda linha como fenitoína ou levetiracetam são administrados.
A etiologia das crises varia, desde metabólica a infecciosa e idiopática, com a identificação de biomarcadores circulantes emergindo como ferramenta diagnóstica.
A fisiopatologia envolve disfunções nos canais iônicos e neurotransmissores, destacando-se o papel dos receptores glutamatérgicos e GABAérgicos.
Epidemiologicamente, a prevalência e o custo das internações por epilepsia são significativos, com variações regionais importantes no Brasil.
O manejo adequado, incluindo intervenção precoce e o uso de protocolos atualizados, é essencial para melhorar os desfechos clínicos e reduzir o impacto financeiro.
A revisão da literatura sugere a necessidade de abordagens integradas e contínuas pesquisas para aprimorar o tratamento e prognóstico das crises convulsivas na pediatria.
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