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Mercadorias orientais na cidade da Bahia: as fazendas de Antonio Manoel de Melo e Castro (1795)

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O presente artigo realiza um levantamento das mercadorias orientais existentes no inventário post-mortem de Antônio Manoel de Melo e Castro. Nascido em Goa, na Índia, esse indivíduo era filho do capitão general português Francisco de Melo e Castro e de Maria Antonia Álvares Pereira de Lacerda, que também era natural de Goa. Antônio Manoel de Melo e Castro foi Governador da Capitania de Rios de Sena entre 1780 e 1786, e depois Governador-geral de Moçambique, durante os anos de 1786 a 1793. Malgrado seus laços nas terras do Índico, foi dono de um comércio de fazendas secas com confecções têxteis, louças, joias e outros itens de luxo de origens asiáticas na Bahia, onde faleceu em 1795. O artigo discute alguns elementos da trajetória de Melo e Castro, o contexto de recrudescimento do comércio oriental na Carreira da Índia no final do século XVIII, e analisa as fazendas de seu inventário na dinâmica local, onde o consumo dessas mercadorias foi uma forma de distinção para os grupos mais abastados da cidade da Bahia no período colonial.
Title: Mercadorias orientais na cidade da Bahia: as fazendas de Antonio Manoel de Melo e Castro (1795)
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O presente artigo realiza um levantamento das mercadorias orientais existentes no inventário post-mortem de Antônio Manoel de Melo e Castro.
Nascido em Goa, na Índia, esse indivíduo era filho do capitão general português Francisco de Melo e Castro e de Maria Antonia Álvares Pereira de Lacerda, que também era natural de Goa.
Antônio Manoel de Melo e Castro foi Governador da Capitania de Rios de Sena entre 1780 e 1786, e depois Governador-geral de Moçambique, durante os anos de 1786 a 1793.
Malgrado seus laços nas terras do Índico, foi dono de um comércio de fazendas secas com confecções têxteis, louças, joias e outros itens de luxo de origens asiáticas na Bahia, onde faleceu em 1795.
O artigo discute alguns elementos da trajetória de Melo e Castro, o contexto de recrudescimento do comércio oriental na Carreira da Índia no final do século XVIII, e analisa as fazendas de seu inventário na dinâmica local, onde o consumo dessas mercadorias foi uma forma de distinção para os grupos mais abastados da cidade da Bahia no período colonial.

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