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AVALIAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS REPRODUTIVOS DE RATOS WISTAR (Mus norwergicus albinus) SUBMETIDOS A TRATAMENTO COM AVERMECTINAS

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As avermectinas são utilizadas amplamente no tratamento de endo e ectoparasitoses. O efeito destas drogas sobre o aparelho reprodutor masculino tem sido pouco estudado. Nosso trabalho objetivou estudar se as avermectinas abamectina, doramectina e ivermectina teriam algum efeito sobre os órgãos, tecidos e hormônios envolvidos na reprodução. Ratos machos Wistar foram tratados com as diferentes avermectinas na dose de 1 mg/kg, subcutaneamente e no controle administrado o veículo. Os animais foram sacrificados na 1ª , 3ª, 5ª e 8ª semana pós inoculação do fármaco e parâmetros morfológicos e bioquímicos foram determinados. A massa do testículo, próstata, vesículas seminais, epidídimo e hipófise não foi diferente entre os grupos em todos os períodos estudados. Na análise da motilidade, vigor e morfologia espermática e na histologia do parênquima testicular não foi detectada qualquer aberração quando comparada ao controle em todas as semanas de estudo. O conteúdo epididimário ao ser submetido ao SDS-PAGE não revelou qualquer alteração no padrão eletroforético das proteínas entre os grupos estudados comparados ao controle. A determinação bioquímica sérica da glicemia e dos hormônios FSH, LH e Testosterona Total também mostrou não ser diferente entre os grupos estudados e controle. A responsividade do parênquima testicular incubado com hCG foi investigada através da produção da testosterona e esta não foi diferente entre todos os grupos estudados. Os dados sobre a evolução temporal da massa corpórea mostrou que os animais tiveram um ganho de massa corporal igual ao controle, exceto o grupo tratado com ivermectina, o qual teve um ganho significativo (p<0,05) a partir da 3ª semana e esta diferença manteve-se até o final do período de estudo. lnteressantemente, este ganho de massa corporal não foi provocado pelo aumento da ingestão alimentar. Nossos resultados sugerem que o tratamento com estas avermectinas não promovem qualquer alteração nos parâmetros reprodutivos estudados e a ivermectina foi capaz de induzir ganho de massa corporal sem alterar a ingestão alimentar.
Universidade Federal do Parana
Title: AVALIAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS REPRODUTIVOS DE RATOS WISTAR (Mus norwergicus albinus) SUBMETIDOS A TRATAMENTO COM AVERMECTINAS
Description:
As avermectinas são utilizadas amplamente no tratamento de endo e ectoparasitoses.
O efeito destas drogas sobre o aparelho reprodutor masculino tem sido pouco estudado.
Nosso trabalho objetivou estudar se as avermectinas abamectina, doramectina e ivermectina teriam algum efeito sobre os órgãos, tecidos e hormônios envolvidos na reprodução.
Ratos machos Wistar foram tratados com as diferentes avermectinas na dose de 1 mg/kg, subcutaneamente e no controle administrado o veículo.
Os animais foram sacrificados na 1ª , 3ª, 5ª e 8ª semana pós inoculação do fármaco e parâmetros morfológicos e bioquímicos foram determinados.
A massa do testículo, próstata, vesículas seminais, epidídimo e hipófise não foi diferente entre os grupos em todos os períodos estudados.
Na análise da motilidade, vigor e morfologia espermática e na histologia do parênquima testicular não foi detectada qualquer aberração quando comparada ao controle em todas as semanas de estudo.
O conteúdo epididimário ao ser submetido ao SDS-PAGE não revelou qualquer alteração no padrão eletroforético das proteínas entre os grupos estudados comparados ao controle.
A determinação bioquímica sérica da glicemia e dos hormônios FSH, LH e Testosterona Total também mostrou não ser diferente entre os grupos estudados e controle.
A responsividade do parênquima testicular incubado com hCG foi investigada através da produção da testosterona e esta não foi diferente entre todos os grupos estudados.
Os dados sobre a evolução temporal da massa corpórea mostrou que os animais tiveram um ganho de massa corporal igual ao controle, exceto o grupo tratado com ivermectina, o qual teve um ganho significativo (p<0,05) a partir da 3ª semana e esta diferença manteve-se até o final do período de estudo.
lnteressantemente, este ganho de massa corporal não foi provocado pelo aumento da ingestão alimentar.
Nossos resultados sugerem que o tratamento com estas avermectinas não promovem qualquer alteração nos parâmetros reprodutivos estudados e a ivermectina foi capaz de induzir ganho de massa corporal sem alterar a ingestão alimentar.

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