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Prata e metais pesados em partes vegetativas e pétalas de rosa sp.
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A produção de rosas demanda elevada utilização de insumos industriais e conservantes florais para manutenção da vida útil das flores. As rosas têm sido utilizadas em diversas finalidades. Além do aspecto ornamental, estas estão sendo empregadas na produção de óleos essenciais, indústria farmacêutica, cosméticos e alimentação humana. Portanto, surge a preocupação quanto a possível contaminação de rosas por prata e outros metais pesados. A presente pesquisa busca revelar a possível contaminação por prata e outros metais pesados em rosas produzidas em diferentes regiões produtoras do Brasil e avaliar se os principais conservantes comerciais disponíveis no mercado são fontes de contaminação. O primeiro experimento consistiu-se em análises de rosas oriundas das seguintes regiões produtoras: Barbacena-MG, Viçosa-MG, Holambra-SP, Andradas-SP, Serra Negra-SP e Nova Friburgo-RJ. Foram coletadas, em cada região, 3 amostras formadas por 6 hastes florais. O segundo experimento seguiu delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial: 3 conservantes florais (STS, Flower e Ez 200) x 5 períodos de exposição (4, 8, 16, 32 e 48 horas) e 3 repetições. Em ambos experimentos, extratos ácidos foram obtidos das pétalas e partes vegetativas, sendo estes submetidos a determinação de Ag, As, Cd, Cr e Pb por meio da espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente acoplado. Nos dois experimentos foram encontrados valores quantitativamente significativos para Ag e qualitativos para As nos tecidos. Destacam-se os valores de prata encontrados na parte vegetativa de rosas produzidas em Holambra-SP. Nos tratamentos com STS foram encontrados valores significativos de prata. Foram determinadas as respectivas equações de regressão, onde são estimados o acúmulo destes elementos em função do tempo de pulsing na solução conservante. Os conservantes florais Flower® e Ez 200® não apresentaram valores detectáveis de prata e arsênio em seus respectivos tratamentos. Palavras-chave: Arsênio. Conservantes. Contaminação. Pétala. Parte vegetativa
Title: Prata e metais pesados em partes vegetativas e pétalas de rosa sp.
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A produção de rosas demanda elevada utilização de insumos industriais e conservantes florais para manutenção da vida útil das flores.
As rosas têm sido utilizadas em diversas finalidades.
Além do aspecto ornamental, estas estão sendo empregadas na produção de óleos essenciais, indústria farmacêutica, cosméticos e alimentação humana.
Portanto, surge a preocupação quanto a possível contaminação de rosas por prata e outros metais pesados.
A presente pesquisa busca revelar a possível contaminação por prata e outros metais pesados em rosas produzidas em diferentes regiões produtoras do Brasil e avaliar se os principais conservantes comerciais disponíveis no mercado são fontes de contaminação.
O primeiro experimento consistiu-se em análises de rosas oriundas das seguintes regiões produtoras: Barbacena-MG, Viçosa-MG, Holambra-SP, Andradas-SP, Serra Negra-SP e Nova Friburgo-RJ.
Foram coletadas, em cada região, 3 amostras formadas por 6 hastes florais.
O segundo experimento seguiu delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial: 3 conservantes florais (STS, Flower e Ez 200) x 5 períodos de exposição (4, 8, 16, 32 e 48 horas) e 3 repetições.
Em ambos experimentos, extratos ácidos foram obtidos das pétalas e partes vegetativas, sendo estes submetidos a determinação de Ag, As, Cd, Cr e Pb por meio da espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente acoplado.
Nos dois experimentos foram encontrados valores quantitativamente significativos para Ag e qualitativos para As nos tecidos.
Destacam-se os valores de prata encontrados na parte vegetativa de rosas produzidas em Holambra-SP.
Nos tratamentos com STS foram encontrados valores significativos de prata.
Foram determinadas as respectivas equações de regressão, onde são estimados o acúmulo destes elementos em função do tempo de pulsing na solução conservante.
Os conservantes florais Flower® e Ez 200® não apresentaram valores detectáveis de prata e arsênio em seus respectivos tratamentos.
Palavras-chave: Arsênio.
Conservantes.
Contaminação.
Pétala.
Parte vegetativa.
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