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Risco para quedas em pessoas idosas residentes na comunidade
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Objetivo: avaliar os fatores de risco para quedas em pessoas idosas residentes na comunidade. Métodos: estudo descritivo, transversal e quantitativo, desenvolvido na região Nordeste do Brasil com 221 pessoas idosas residentes na comunidade. A coleta de dados ocorreu de junho a setembro de 2016 com a utilização de instrumentos estruturados. Realizou-se uma análise exploratória dos dados com medidas de tendência central, dispersão e associação entre as variáveis. Resultados: em relação ao perfil, observaram-se faixa etária entre 60 e 79 anos (75,6%); sexo feminino (70,6%); casados (43,9%); até quatro anos de escolaridade (33,9%); renda pessoal mensal de até um salário mínimo (45,7%) proveniente da aposentadoria (60,2%); três a cinco comorbidades (51,6%). Quanto ao risco para quedas, destacou-se como preditores a Fall Risk Score classificada como “alto risco”, seguida por medicamentos antiparkinsonianos, antidepressivos e diuréticos, hipoglicemia, deficiência auditiva, dor, incontinência urinária e sintomas neurológicos. Conclusão: faz-se necessário estabelecer ações individuais e coletivas para a prevenção e promoção da saúde diante dos riscos para quedas. A rede de saúde deve trabalhar para possibilitar a conscientização de que as quedas constituem um problema de saúde pública e, por isso, ressalta-se a necessidade de cuidados direcionados, evitando consequências na qualidade de vida da pessoa idosa.
Title: Risco para quedas em pessoas idosas residentes na comunidade
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Objetivo: avaliar os fatores de risco para quedas em pessoas idosas residentes na comunidade.
Métodos: estudo descritivo, transversal e quantitativo, desenvolvido na região Nordeste do Brasil com 221 pessoas idosas residentes na comunidade.
A coleta de dados ocorreu de junho a setembro de 2016 com a utilização de instrumentos estruturados.
Realizou-se uma análise exploratória dos dados com medidas de tendência central, dispersão e associação entre as variáveis.
Resultados: em relação ao perfil, observaram-se faixa etária entre 60 e 79 anos (75,6%); sexo feminino (70,6%); casados (43,9%); até quatro anos de escolaridade (33,9%); renda pessoal mensal de até um salário mínimo (45,7%) proveniente da aposentadoria (60,2%); três a cinco comorbidades (51,6%).
Quanto ao risco para quedas, destacou-se como preditores a Fall Risk Score classificada como “alto risco”, seguida por medicamentos antiparkinsonianos, antidepressivos e diuréticos, hipoglicemia, deficiência auditiva, dor, incontinência urinária e sintomas neurológicos.
Conclusão: faz-se necessário estabelecer ações individuais e coletivas para a prevenção e promoção da saúde diante dos riscos para quedas.
A rede de saúde deve trabalhar para possibilitar a conscientização de que as quedas constituem um problema de saúde pública e, por isso, ressalta-se a necessidade de cuidados direcionados, evitando consequências na qualidade de vida da pessoa idosa.
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