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Percepção de enfermeiros sobre as práticas colaborativas interprofissionais na atenção básica em Palmas, TO
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Com objetivo de evidenciar a percepção de enfermeiros(as) sobre as práticas colaborativas interprofissionais na Atenção Básica no município de Palmas (TO), foi realizado este estudo de abordagem qualitativa, conduzido em 34 Unidades Básicas de Saúde sobre onde as práticas colaborativas são vivenciadas. Os dados foram analisados pela técnica do Discurso do Sujeito Coletivo com base na Teoria da Representação Social. As práticas colaborativas relatadas foram: reuniões de equipe, grupos de trabalho, atendimento compartilhado, atividades em conjunto na comunidade, discussão de casos, planos terapêuticos integrados e rodas de conversa. Referiram como facilitadores: comunicação interprofissional; perfil da equipe; parceria, confiança e respeito; flexibilização da agenda para os encontros; e uma liderança colaborativa. Na percepção dos participantes, as práticas colaborativas favorecem maior eficácia na resolução de problemas complexos e intensificam os vínculos profissionais entre os membros da equipe. Ressaltaram que as práticas colaborativas são de grande relevância no âmbito da Atenção Primária à Saúde melhorando a ambiência, a satisfação no trabalho e a qualidade do serviço.
Centro Universitario de Maringa
Title: Percepção de enfermeiros sobre as práticas colaborativas interprofissionais na atenção básica em Palmas, TO
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Com objetivo de evidenciar a percepção de enfermeiros(as) sobre as práticas colaborativas interprofissionais na Atenção Básica no município de Palmas (TO), foi realizado este estudo de abordagem qualitativa, conduzido em 34 Unidades Básicas de Saúde sobre onde as práticas colaborativas são vivenciadas.
Os dados foram analisados pela técnica do Discurso do Sujeito Coletivo com base na Teoria da Representação Social.
As práticas colaborativas relatadas foram: reuniões de equipe, grupos de trabalho, atendimento compartilhado, atividades em conjunto na comunidade, discussão de casos, planos terapêuticos integrados e rodas de conversa.
Referiram como facilitadores: comunicação interprofissional; perfil da equipe; parceria, confiança e respeito; flexibilização da agenda para os encontros; e uma liderança colaborativa.
Na percepção dos participantes, as práticas colaborativas favorecem maior eficácia na resolução de problemas complexos e intensificam os vínculos profissionais entre os membros da equipe.
Ressaltaram que as práticas colaborativas são de grande relevância no âmbito da Atenção Primária à Saúde melhorando a ambiência, a satisfação no trabalho e a qualidade do serviço.
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