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TRAÇOS DA TEATRALIDADE BARROCA NO POEMA LADY LAZARUS, DE SYLVIA PLATH, NA MÚSICA E NO CLIPE BORN TO DIE, DE LANA DEL REY

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No contexto da Literatura Comparada pretende-se analisar os traços da teatralidade barroca na poesia e na música. Tem-se como corpus o poema Lady Lazarus, de Sylvia Plath – que integra Poemas (2007) –, a canção e o videoclipe Born to die (2012), da cantora-compositora Lana Del Rey. Neste artigo, no contexto da arte barroca, parte-se do pressuposto de que os aspectos estéticos atribuíam elementos teatrais dentro de pinturas, nas quais a dramaticidade barroca transformava morte em espetáculo. Em termos teóricos, utiliza-se, especialmente, o livro Origem do drama barroco alemão (1984), de Walter Benjamin – e respectivo texto de apresentação inerente à tradução desse livro, realizada por Sergio Paulo Rouanet. Tanto a poetisa Sylvia Plath, quanto a compositora Lana Del Rey, retratam o renascimento ou a certeza de um certo tipo de existência após a morte, em suas composições artísticas. Ou seja, a criação poética de ambas, rica em metáforas e alegorias, representa cenas que trazem dramaticidade para a obra, construindo, assim, a teatralidade da morte com a intenção de representar a história-destino.
Universidade Estadual do Parana - Unespar
Title: TRAÇOS DA TEATRALIDADE BARROCA NO POEMA LADY LAZARUS, DE SYLVIA PLATH, NA MÚSICA E NO CLIPE BORN TO DIE, DE LANA DEL REY
Description:
No contexto da Literatura Comparada pretende-se analisar os traços da teatralidade barroca na poesia e na música.
Tem-se como corpus o poema Lady Lazarus, de Sylvia Plath – que integra Poemas (2007) –, a canção e o videoclipe Born to die (2012), da cantora-compositora Lana Del Rey.
Neste artigo, no contexto da arte barroca, parte-se do pressuposto de que os aspectos estéticos atribuíam elementos teatrais dentro de pinturas, nas quais a dramaticidade barroca transformava morte em espetáculo.
Em termos teóricos, utiliza-se, especialmente, o livro Origem do drama barroco alemão (1984), de Walter Benjamin – e respectivo texto de apresentação inerente à tradução desse livro, realizada por Sergio Paulo Rouanet.
Tanto a poetisa Sylvia Plath, quanto a compositora Lana Del Rey, retratam o renascimento ou a certeza de um certo tipo de existência após a morte, em suas composições artísticas.
Ou seja, a criação poética de ambas, rica em metáforas e alegorias, representa cenas que trazem dramaticidade para a obra, construindo, assim, a teatralidade da morte com a intenção de representar a história-destino.

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