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A modernidade e a teoria do romance de G. Lukács
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O presente trabalho se ocupa em compreender a noção de modernidade e suas implicações na concepção da forma moderna do romance, presente em A teoria do romance, do filósofo húngaro György Lukács. Nesta obra Lukács retoma do romantismo alemão a concepção da arte alicerçada na oposição entre antigos e modernos. Os antigos viveram numa unidade de sentido presente no mundo e, na modernidade o que se vive é a fragmentação desse sentido, uma vez constatada sua possibilidade num mundo prosaico. Lukács transpõe essa distinção para a arte: a epopéia é a forma de expressão da unidade no mundo grego. E, cabe ao romance, portanto, ser a forma de expressão dessa modernidade problemática, e expressão da possibilidade de uma busca do sentido perdido.
Faculdade de Filosofia e Ciências
Title: A modernidade e a teoria do romance de G. Lukács
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O presente trabalho se ocupa em compreender a noção de modernidade e suas implicações na concepção da forma moderna do romance, presente em A teoria do romance, do filósofo húngaro György Lukács.
Nesta obra Lukács retoma do romantismo alemão a concepção da arte alicerçada na oposição entre antigos e modernos.
Os antigos viveram numa unidade de sentido presente no mundo e, na modernidade o que se vive é a fragmentação desse sentido, uma vez constatada sua possibilidade num mundo prosaico.
Lukács transpõe essa distinção para a arte: a epopéia é a forma de expressão da unidade no mundo grego.
E, cabe ao romance, portanto, ser a forma de expressão dessa modernidade problemática, e expressão da possibilidade de uma busca do sentido perdido.
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