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Violetas-africanas micropropagadas: cultivo em em diversos substratos.

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Desenvolveu-se este trabalho no Laboratório de Biologia Celular do Departamento de Zoologia e Genética do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas (RS). Objetivou-se analisar a influência de diferentes substratos no crescimento de genótipos de violeta-africana (Saintpaulia ionantha Wendl.), visando, principalmente, à substituição do pó ou da fibra de xaxim, obtidos de <i>Dicksonia sellowiana, planta nativa que se encontra em vias de extinção.</i> Utilizaram-se quatro genótipos (V2, V3, V5 e P4) e dez substratos, sendo o solo (S) e a vermiculita (V) usados isoladamente, juntos (S+V), na proporção de 1: 1, ou em combinação com outros sete substratos, nas proporções, 1: 1: 1 (S+V+areia, S+V+casca de arroz carbonizada, S+V+esfagno, S+V+turfa, S+V+serragem, S+V+pinha (fruto do pinheiro) e S+V+xaxim). As violetas micropropagadas foram transplantadas em vermiculita umedecida com solução nutritiva e, após sete dias, para os diferentes substratos. Realizaram-se avaliações quantitativas semanais (número de folhas e diâmetro médio das plantas) durante 77 dias. O experimento fatorial A x B x C (A = substratos; B = genótipos e C = leituras) foi conduzido no esquema de blocos casualizados. Analisaram-se as médias pelo teste de Duncan ((x = 0,05), sendo a unidade experimental composta por um vaso com uma planta. O melhor crescimento, avaliado pelo número de folhas e diâmetro médio, foi apresentado pelo genótipo P4 e propiciado pelo substrato composto S+V+casca de arroz carbonizada. Esse substrato se mostrou superior, inclusive, àquele com xaxim. Ressalta-se que, para violetas-africanas, a fibra de xaxim pode ser substituída, perfeitamente, por casca de arroz carbonizada, esfagno ou areia associados com solo + vermiculita, na proporção 1: 1: 1.
Title: Violetas-africanas micropropagadas: cultivo em em diversos substratos.
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Desenvolveu-se este trabalho no Laboratório de Biologia Celular do Departamento de Zoologia e Genética do Instituto de Biologia da Universidade Federal de Pelotas (RS).
Objetivou-se analisar a influência de diferentes substratos no crescimento de genótipos de violeta-africana (Saintpaulia ionantha Wendl.
), visando, principalmente, à substituição do pó ou da fibra de xaxim, obtidos de <i>Dicksonia sellowiana, planta nativa que se encontra em vias de extinção.
</i> Utilizaram-se quatro genótipos (V2, V3, V5 e P4) e dez substratos, sendo o solo (S) e a vermiculita (V) usados isoladamente, juntos (S+V), na proporção de 1: 1, ou em combinação com outros sete substratos, nas proporções, 1: 1: 1 (S+V+areia, S+V+casca de arroz carbonizada, S+V+esfagno, S+V+turfa, S+V+serragem, S+V+pinha (fruto do pinheiro) e S+V+xaxim).
As violetas micropropagadas foram transplantadas em vermiculita umedecida com solução nutritiva e, após sete dias, para os diferentes substratos.
Realizaram-se avaliações quantitativas semanais (número de folhas e diâmetro médio das plantas) durante 77 dias.
O experimento fatorial A x B x C (A = substratos; B = genótipos e C = leituras) foi conduzido no esquema de blocos casualizados.
Analisaram-se as médias pelo teste de Duncan ((x = 0,05), sendo a unidade experimental composta por um vaso com uma planta.
O melhor crescimento, avaliado pelo número de folhas e diâmetro médio, foi apresentado pelo genótipo P4 e propiciado pelo substrato composto S+V+casca de arroz carbonizada.
Esse substrato se mostrou superior, inclusive, àquele com xaxim.
Ressalta-se que, para violetas-africanas, a fibra de xaxim pode ser substituída, perfeitamente, por casca de arroz carbonizada, esfagno ou areia associados com solo + vermiculita, na proporção 1: 1: 1.

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