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Resultados clínicos conforme achados operatórios na colecistectomia laparoscópica
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Objetivo: Avaliar os resultados clínicos conforme achados operatórios na colecistectomia laparoscópica. Métodos: Delineamento transversal analítico, desenvolvido em um hospital universitário do nordeste do Brasil, no período de setembro a dezembro de 2021. A população do estudo compreendeu pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica no hospital universitário. Uma amostra de conveniência composta por 65 participantes foi avaliada. Foram coletadas variáveis demográficas, clínico-cirúrgicas e de resultados. Foram calculadas estatísticas uni e bivariadas. Resultados: A idade média dos pacientes foi de 40,9 (±14,3) anos, com predominância do sexo feminino (87,7%) e Índice de Massa Corporal (IMC) de 28,4 (±6,7) kg/m². Foi observada significância estatística em pacientes do sexo masculino e IMC elevado como fatores de risco para cirurgia difícil. O grau de dificuldade foi 53,8% moderado, 38,5% fácil e 7,7% muito difícil. Como resultados pós-operatórios, o nível de dor pós-operatória foi relacionado ao grau de dificuldade da cirurgia (p=0,047). Presença de náuseas e vômitos não teve relação e o tempo de internação após a cirurgia foi maior nas cirurgias mais difíceis, porém, sem diferença significativa. Conclusão: Existem características que aumentam a chance de se apresentar uma cirurgia mais difícil, como paciente ser do sexo masculino e com IMC elevado. O nível de dor pós-operatória é maior em paciente com cirurgia mais difícil.
Title: Resultados clínicos conforme achados operatórios na colecistectomia laparoscópica
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Objetivo: Avaliar os resultados clínicos conforme achados operatórios na colecistectomia laparoscópica.
Métodos: Delineamento transversal analítico, desenvolvido em um hospital universitário do nordeste do Brasil, no período de setembro a dezembro de 2021.
A população do estudo compreendeu pacientes submetidos a colecistectomia laparoscópica no hospital universitário.
Uma amostra de conveniência composta por 65 participantes foi avaliada.
Foram coletadas variáveis demográficas, clínico-cirúrgicas e de resultados.
Foram calculadas estatísticas uni e bivariadas.
Resultados: A idade média dos pacientes foi de 40,9 (±14,3) anos, com predominância do sexo feminino (87,7%) e Índice de Massa Corporal (IMC) de 28,4 (±6,7) kg/m².
Foi observada significância estatística em pacientes do sexo masculino e IMC elevado como fatores de risco para cirurgia difícil.
O grau de dificuldade foi 53,8% moderado, 38,5% fácil e 7,7% muito difícil.
Como resultados pós-operatórios, o nível de dor pós-operatória foi relacionado ao grau de dificuldade da cirurgia (p=0,047).
Presença de náuseas e vômitos não teve relação e o tempo de internação após a cirurgia foi maior nas cirurgias mais difíceis, porém, sem diferença significativa.
Conclusão: Existem características que aumentam a chance de se apresentar uma cirurgia mais difícil, como paciente ser do sexo masculino e com IMC elevado.
O nível de dor pós-operatória é maior em paciente com cirurgia mais difícil.
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