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Memória urbana em rastros: a Praça Onze de Junho no Rio de Janeiro
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A Praça Onze de Junho, popularmente conhecida como Praça Onze, foi um espaço público que, no início do século XIX, surgiu e se consolidou nos arredores do centro do Rio de Janeiro. O local, fortemente associado às manifestações da cultura popular, tal como o samba e o carnaval, ganhou seu espaço na história da cidade, por meio das vivências praticadas pelo grupo desse segmento cultural. Durante a década de 1940, a praça foi alvo de uma das reformas pelas quais passou o território carioca, a construção da Avenida Presidente Vargas, que fez com que a Praça Onze desaparecesse em sua totalidade da paisagem. Baseado em uma leitura da memória urbana, e em uma análise por meio da imaginária urbana atrelada à arte pública e ao mobiliário urbano que fizeram parte do local, pretendese, com esta dissertação, reconstruir a trajetória espacial da Praça Onze de Junho. O recorte temporal estabelecido compreende do início do século XIX ao final do século XX, desde que o logradouro foi implantado até o período em que seus rastros foram inscritos na cidade. Apesar da configuração de praça ter sido dissolvida, o espaço público constituído pela Praça Onze ainda possui seu significado intensamente ligado à região que pertencera. Ainda, a arte pública e mobiliário urbano, que integraram a sua paisagem, contribuem para que essa história seja contada. Por fim, seus rastros, mesmo que espalhados pelo espaço, reforçam a relevância do local na história da cidade.
Title: Memória urbana em rastros: a Praça Onze de Junho no Rio de Janeiro
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A Praça Onze de Junho, popularmente conhecida como Praça Onze, foi um espaço público que, no início do século XIX, surgiu e se consolidou nos arredores do centro do Rio de Janeiro.
O local, fortemente associado às manifestações da cultura popular, tal como o samba e o carnaval, ganhou seu espaço na história da cidade, por meio das vivências praticadas pelo grupo desse segmento cultural.
Durante a década de 1940, a praça foi alvo de uma das reformas pelas quais passou o território carioca, a construção da Avenida Presidente Vargas, que fez com que a Praça Onze desaparecesse em sua totalidade da paisagem.
Baseado em uma leitura da memória urbana, e em uma análise por meio da imaginária urbana atrelada à arte pública e ao mobiliário urbano que fizeram parte do local, pretendese, com esta dissertação, reconstruir a trajetória espacial da Praça Onze de Junho.
O recorte temporal estabelecido compreende do início do século XIX ao final do século XX, desde que o logradouro foi implantado até o período em que seus rastros foram inscritos na cidade.
Apesar da configuração de praça ter sido dissolvida, o espaço público constituído pela Praça Onze ainda possui seu significado intensamente ligado à região que pertencera.
Ainda, a arte pública e mobiliário urbano, que integraram a sua paisagem, contribuem para que essa história seja contada.
Por fim, seus rastros, mesmo que espalhados pelo espaço, reforçam a relevância do local na história da cidade.
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