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RICARDO LÍSIAS: “Não precisa acreditar no que digo. E nem acho que deva”.
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Nesta entrevista, realizada em 2016 na Universidade de Princeton, Ricardo Lísias comenta a turbulência que atingiu o Brasil e sua própria obra. Com a sinceridade que o caracteriza, critica desde o uso de argumentos supostamente democráticos para apoiar o golpe contra Dilma Rousseff até o cerceamento da liberdade de criação artística. Acrescente-se que o fato de se encontrar numa instituição universitária tampouco o impede de manifestar desacordo em relação ao tratamento que certos especialistas dispensam às narrativas rotuladas de autoficção.A riqueza da conversa se deve também à pertinência das perguntas formuladas por Ingrid Brioso Rieumont (doutoranda no Programa de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Princeton), Márcia de Castro Borges (doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM) e Lara Norgaard (assistente de ensino de Inglês na Universidade Estadual de Londrina, UEL). Conhecedoras da obra de Lísias e das grandes questões que a literatura se coloca na atualidade, as entrevistadoras o estimularam a falar sobre os nexos quase sempre problemáticos entre ética e estética, a recepção de textos ficcionais em diferentes latitudes, a relação dos escritores brasileiros com o restante da América Latina e a Europa, além de outros assuntos igualmente palpitantes.
Programa de Pos-Graduacao em Letras Vernaculas - PPGLEV
Title: RICARDO LÍSIAS: “Não precisa acreditar no que digo. E nem acho que deva”.
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Nesta entrevista, realizada em 2016 na Universidade de Princeton, Ricardo Lísias comenta a turbulência que atingiu o Brasil e sua própria obra.
Com a sinceridade que o caracteriza, critica desde o uso de argumentos supostamente democráticos para apoiar o golpe contra Dilma Rousseff até o cerceamento da liberdade de criação artística.
Acrescente-se que o fato de se encontrar numa instituição universitária tampouco o impede de manifestar desacordo em relação ao tratamento que certos especialistas dispensam às narrativas rotuladas de autoficção.
A riqueza da conversa se deve também à pertinência das perguntas formuladas por Ingrid Brioso Rieumont (doutoranda no Programa de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Princeton), Márcia de Castro Borges (doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Santa Maria, UFSM) e Lara Norgaard (assistente de ensino de Inglês na Universidade Estadual de Londrina, UEL).
Conhecedoras da obra de Lísias e das grandes questões que a literatura se coloca na atualidade, as entrevistadoras o estimularam a falar sobre os nexos quase sempre problemáticos entre ética e estética, a recepção de textos ficcionais em diferentes latitudes, a relação dos escritores brasileiros com o restante da América Latina e a Europa, além de outros assuntos igualmente palpitantes.
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