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USO DE ÁLCOOL E TABACO POR GESTANTES EM MATERNIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
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Objetivo: Estimar perfil epidemiológico do consumo de álcool e tabaco durante a gravidez entre mulheres atendidas em maternidade de Santa Catarina.Métodos: Entrevistaram-se 157 mulheres, foram coletados dados sócio-demográficos e gestacionais, bem como informações sobre uso de álcool (incluindo questionário T-ACE) e tabaco (incluindo Questionário de Tolerância de Fagerström-QTF). Empregaram-se os testes qui-quadrado de Pearson ou Fisher (quando pertinente) e U de Mann-Whitney com nível de significância 95%, seguido de análise multivariada através de regressão logística.Resultados: O consumo alcoólico foi 36,9%. Na avaliação do T-ACE 22,9% foram positivas. A prática religiosa foi fator protetor para o álcool, as demais variáveis não. Não associaram-se fatores com resultado T-ACE. O hábito tabagístico foi de 14% e no QTF, 41,1% apresentaram dependência leve, 29,4% moderada ou grave. Menor escolaridade e ausência de prática religiosa associaram-se ao tabagismo. Houve consumo simultâneo das duas drogas.Conclusões: O consumo de álcool e tabaco no período gestacional não se caracterizou como evento incomum neste estudo. Praticar religião foi fator protetor para consumo de ambos, porém o tabagismo também esteve relacionado a menor escolaridade. Havendo, portanto indicativo de disseminação do álcool de forma mais homogênea e democrática nas diferentes classes sociais.
Associação Catarinense de Medicina
Title: USO DE ÁLCOOL E TABACO POR GESTANTES EM MATERNIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA
Description:
Objetivo: Estimar perfil epidemiológico do consumo de álcool e tabaco durante a gravidez entre mulheres atendidas em maternidade de Santa Catarina.
Métodos: Entrevistaram-se 157 mulheres, foram coletados dados sócio-demográficos e gestacionais, bem como informações sobre uso de álcool (incluindo questionário T-ACE) e tabaco (incluindo Questionário de Tolerância de Fagerström-QTF).
Empregaram-se os testes qui-quadrado de Pearson ou Fisher (quando pertinente) e U de Mann-Whitney com nível de significância 95%, seguido de análise multivariada através de regressão logística.
Resultados: O consumo alcoólico foi 36,9%.
Na avaliação do T-ACE 22,9% foram positivas.
A prática religiosa foi fator protetor para o álcool, as demais variáveis não.
Não associaram-se fatores com resultado T-ACE.
O hábito tabagístico foi de 14% e no QTF, 41,1% apresentaram dependência leve, 29,4% moderada ou grave.
Menor escolaridade e ausência de prática religiosa associaram-se ao tabagismo.
Houve consumo simultâneo das duas drogas.
Conclusões: O consumo de álcool e tabaco no período gestacional não se caracterizou como evento incomum neste estudo.
Praticar religião foi fator protetor para consumo de ambos, porém o tabagismo também esteve relacionado a menor escolaridade.
Havendo, portanto indicativo de disseminação do álcool de forma mais homogênea e democrática nas diferentes classes sociais.
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