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Fenologia de Eugenia pyriformis Cambess (uvaia) em reflorestamento no sudoeste do Paraná
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pyriformis (uvaia) é uma espécie frutífera, utilizada para restauração ecológica, arborização urbana, fins medicinais, produção alimentícia, manutenção da fauna silvestre. O conhecimento fenológico assume papel fundamental na conservação de ecossistemas, comunidades e populações. Os objetivos deste estudo são monitorar e detectar as fenofases de E. pyriformis, em área de restauração florestal, no município de Dois Vizinhos, Paraná. Observaram-se ciclos fenológicos de 12 árvores matrizes, quinzenalmente, durante 24 meses. Houve correlação entre os parâmetros fenológicos vegetativos e as variáveis climáticas de temperatura local e pluviosidade, evidenciada no aumento da produção foliar em meses de temperaturas mais elevadas. Os maiores picos de brotação ocorreram no mês de outubro, variando de 67% a 83% nos anos de 2015 e 2016, respectivamente. A queda foliar mostrouse inversamente proporcional à brotação, com maiores incidências de queda foliar no outono e no inverno, chegando a 73% em março e 75% em agosto de 2016. Em período de geadas, não houve brotação. Foram encontradas maiores incidências de brotação durante o verão e baixas no inverno. A queda foliar apresentou-se em maior intensidade na estação de temperatura baixa. Outras fenofases não foram nitidamente observadas, provavelmente pela idade precoce das plantas.
Fundacao Educacional da Regiao de Joinville - Univille
Title: Fenologia de Eugenia pyriformis Cambess (uvaia) em reflorestamento no sudoeste do Paraná
Description:
pyriformis (uvaia) é uma espécie frutífera, utilizada para restauração ecológica, arborização urbana, fins medicinais, produção alimentícia, manutenção da fauna silvestre.
O conhecimento fenológico assume papel fundamental na conservação de ecossistemas, comunidades e populações.
Os objetivos deste estudo são monitorar e detectar as fenofases de E.
pyriformis, em área de restauração florestal, no município de Dois Vizinhos, Paraná.
Observaram-se ciclos fenológicos de 12 árvores matrizes, quinzenalmente, durante 24 meses.
Houve correlação entre os parâmetros fenológicos vegetativos e as variáveis climáticas de temperatura local e pluviosidade, evidenciada no aumento da produção foliar em meses de temperaturas mais elevadas.
Os maiores picos de brotação ocorreram no mês de outubro, variando de 67% a 83% nos anos de 2015 e 2016, respectivamente.
A queda foliar mostrouse inversamente proporcional à brotação, com maiores incidências de queda foliar no outono e no inverno, chegando a 73% em março e 75% em agosto de 2016.
Em período de geadas, não houve brotação.
Foram encontradas maiores incidências de brotação durante o verão e baixas no inverno.
A queda foliar apresentou-se em maior intensidade na estação de temperatura baixa.
Outras fenofases não foram nitidamente observadas, provavelmente pela idade precoce das plantas.
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