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INDICADORES DE RISCO SOCIOAMBIENTAL PARA ESQUISTOSSOMOSE MANSONI EM ESPAÇOS URBANOS
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Introdução: Em pleno o século XXI, a esquistossomose ainda continua a ser um problema de Saúde Pública principalmente na região Nordeste do Brasil. A doença é causada pelo parasita Schistosoma Mansoni que tem como hospedeiro intermediário, os caramujos do gênero Biomphalaria, que são comuns em locais úmidos e alagados. No meio urbano, estes ambientes se dão principalmente devido ao constante aumento do processo de crescimento das cidades sem o devido planejamento, sem a existência de serviços básicos de saúde como o saneamento. Neste sentido, este estudo realizar uma análise sobre a percepção dos possíveis fatores físicos e ambientais; e sobre os locais ideais para a proliferação da esquistossomose existentes nos meios urbanos. Objetivos: Identificar os ambientes que contribuem para proliferação da esquistossomose; e relacionar a esquistossomose aos impactos socioambientais existentes nos meios urbanos. Materiais e métodos: De caráter exploratório/explicativo, trata-se de um estudo de revisão bibliográfica mediante busca de artigos de cunho científico publicados nos últimos 6 anos, nas bases Scielo (Scientific Eletronic Library Online) e PubMed (National Library of Medicine), assim como livros texto relacionados ao tema. Resultados: A revisão por meio das referências elencadas, evidenciaram que a ausência de saneamento básico, que é um dos principais problemas existentes no meio urbano, possui grande relevância na transmissão da esquistossomose, e como a ausência de água tratada que faz com que os indivíduos utilizem de águas de rios e riachos, que possivelmente estão contaminadas pelo parasita. A falta de rede de esgoto, assim como a ausência de banheiro nas residências das populações mais vulnerais, contribuem para deposito as fezes diretamente no solo, e assim, acaba permitindo a continuidade do ciclo biológico do parasita Schistosoma Mansoni. Conclusão: Por tanto torna-se indispensável enfatizar a disponibilização de saneamento básico e domiciliar para todos, pois trata-se de um ponto chave para proliferação da doença. Bem como a educação para saúde, que é essencial para a formação dos sujeitos, e torna-se primordial no controle da esquistossomose, pois a educação contribui para a formação de indivíduos críticos e reflexivos quanto a doenças, principalmente ao que os rodeiam como é o caso da Esquistossomose.
Revista Multidisciplinar em Saúde
Title: INDICADORES DE RISCO SOCIOAMBIENTAL PARA ESQUISTOSSOMOSE MANSONI EM ESPAÇOS URBANOS
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Introdução: Em pleno o século XXI, a esquistossomose ainda continua a ser um problema de Saúde Pública principalmente na região Nordeste do Brasil.
A doença é causada pelo parasita Schistosoma Mansoni que tem como hospedeiro intermediário, os caramujos do gênero Biomphalaria, que são comuns em locais úmidos e alagados.
No meio urbano, estes ambientes se dão principalmente devido ao constante aumento do processo de crescimento das cidades sem o devido planejamento, sem a existência de serviços básicos de saúde como o saneamento.
Neste sentido, este estudo realizar uma análise sobre a percepção dos possíveis fatores físicos e ambientais; e sobre os locais ideais para a proliferação da esquistossomose existentes nos meios urbanos.
Objetivos: Identificar os ambientes que contribuem para proliferação da esquistossomose; e relacionar a esquistossomose aos impactos socioambientais existentes nos meios urbanos.
Materiais e métodos: De caráter exploratório/explicativo, trata-se de um estudo de revisão bibliográfica mediante busca de artigos de cunho científico publicados nos últimos 6 anos, nas bases Scielo (Scientific Eletronic Library Online) e PubMed (National Library of Medicine), assim como livros texto relacionados ao tema.
Resultados: A revisão por meio das referências elencadas, evidenciaram que a ausência de saneamento básico, que é um dos principais problemas existentes no meio urbano, possui grande relevância na transmissão da esquistossomose, e como a ausência de água tratada que faz com que os indivíduos utilizem de águas de rios e riachos, que possivelmente estão contaminadas pelo parasita.
A falta de rede de esgoto, assim como a ausência de banheiro nas residências das populações mais vulnerais, contribuem para deposito as fezes diretamente no solo, e assim, acaba permitindo a continuidade do ciclo biológico do parasita Schistosoma Mansoni.
Conclusão: Por tanto torna-se indispensável enfatizar a disponibilização de saneamento básico e domiciliar para todos, pois trata-se de um ponto chave para proliferação da doença.
Bem como a educação para saúde, que é essencial para a formação dos sujeitos, e torna-se primordial no controle da esquistossomose, pois a educação contribui para a formação de indivíduos críticos e reflexivos quanto a doenças, principalmente ao que os rodeiam como é o caso da Esquistossomose.
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