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SADIE PLANT E O PROCESSO DE FEMINIZAÇÃO DA CULTURA COMO FEMINISMO ACELERACIONISTA

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De acordo com Susanna Paasonen, Sadie Plant é uma das teóricas que ao analisar o movimento feminista nos âmbitos da tecnologia e das redes na década de 90 cunhou o termo cyberfeminismo ”“ nome formado pela junção dos termos feminismo e cibernético, uma palavra que naquele período era bastante comum para designar o âmbito tecnológico computacional e imersivo da internet ”“, também que Plant foi pioneira em teorizar a feminização da cultura, além de ter sido uma das autoras cyberfeministas mais conhecida e lida na década de 90. Plant ainda lançou seu próprio manifesto feminista, intitulado “Feminisations: Reflections on Women and Virtual Reality” (lançado em 1996), propondo uma aceleração do processo cibernético, que nada mais é do que um processo de feminização da cultura. Este trabalho tem como objetivo analisar esse processo de feminização na obra de Plant chamado “Mulher Digital: o feminino e as novas tecnologias” (de 1997). E, apesar de ser uma obra rica em informações e aspectos históricos, tecnológicos e biológicos, opta-se por um recorte mais restrito, dividindo o trabalho em quatro partes: a primeira apresentando a autora; a segunda, um breve resumo da obra; a terceira, o processo de feminização à partir de duas modulações imagéticas sobre o feminino: tecelã e abertura; e a quarta parte que pensa tal processo como um feminismo aceleracionista.
Biblioteca Central da UNB
Title: SADIE PLANT E O PROCESSO DE FEMINIZAÇÃO DA CULTURA COMO FEMINISMO ACELERACIONISTA
Description:
De acordo com Susanna Paasonen, Sadie Plant é uma das teóricas que ao analisar o movimento feminista nos âmbitos da tecnologia e das redes na década de 90 cunhou o termo cyberfeminismo ”“ nome formado pela junção dos termos feminismo e cibernético, uma palavra que naquele período era bastante comum para designar o âmbito tecnológico computacional e imersivo da internet ”“, também que Plant foi pioneira em teorizar a feminização da cultura, além de ter sido uma das autoras cyberfeministas mais conhecida e lida na década de 90.
Plant ainda lançou seu próprio manifesto feminista, intitulado “Feminisations: Reflections on Women and Virtual Reality” (lançado em 1996), propondo uma aceleração do processo cibernético, que nada mais é do que um processo de feminização da cultura.
Este trabalho tem como objetivo analisar esse processo de feminização na obra de Plant chamado “Mulher Digital: o feminino e as novas tecnologias” (de 1997).
E, apesar de ser uma obra rica em informações e aspectos históricos, tecnológicos e biológicos, opta-se por um recorte mais restrito, dividindo o trabalho em quatro partes: a primeira apresentando a autora; a segunda, um breve resumo da obra; a terceira, o processo de feminização à partir de duas modulações imagéticas sobre o feminino: tecelã e abertura; e a quarta parte que pensa tal processo como um feminismo aceleracionista.

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