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SÍNDROMES PARANEOPLÁSICAS EM CÃES E GATOS

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Introdução: O aumento da proximidade entre os seres humanos e seus animais de estimação levou a maior procura por serviços veterinários preventivos e consequentemente aumentou a expectativa de vida de cães e gatos. A longevidade fez com que doenças associadas à geriatria ficassem mais frequentes, como o caso do câncer. Em decorrência das neoplasias podem ocorrer as síndromes paraneoplásicas. As síndromes paraneoplásicas são um conjunto de alterações clínicas que podem acometer o paciente oncológico e reduzir de maneira significativa a qualidade e expectativa de vida. Podem ser os primeiros sintomas do câncer e sua gravidade pode variar de acordo com o tipo e estadiamento do tumor presente. Os sistemas que são mais frequentemente acometidos incluem gastrointestinal, endócrino, hematológico e neurológico. As manifestações paraneoplásicas mais comuns são caquexia, anemia, hipercalemia, hipoglicemia, miastenia gravis e a coagulação intravascular disseminada. Essas alterações geralmente são confundidas pelos tutores com os efeitos colaterais causados pelo tratamento quimioterápico levando-os a acreditar que o tratamento é prejudicial. Objetivos: O objetivo geral do presente trabalho é apresentar a síndrome paraneoplásica de cães e gatos. Os objetivos específicos incluem descrever o que é neoplasia, apresentar a fisiopatogenia da síndrome paraneoplásica e diferenciá-las dos efeitos colaterais dos quimioterápicos; relacionar o estadiamento do tumor, com as manifestações da síndrome paraneoplásica, abordar os sinais clínicos e métodos diagnósticos; e, associar as alterações causadas pela síndrome paraneoplásica com o prognóstico e qualidade de vida do paciente oncológico e os métodos de tratamento. Material e métodos: Essa revisão bibliográfica, teve como base dissertações, livros e artigos científicos publicados nos últimos 11 anos. Resultados: Ainda não está totalmente elucidado a fisiopatogenia das síndromes paraneoplásicas, o que contribuí para o receio dos tutores em frente à quimioterapia por as confundirem com os efeitos colaterais dos quimioterápicos e também colabora para a dificuldade dos Médicos Veterinários em reconhecê-las e trata-lás precocemente. Conclusão: Assim que dectado o tumor e a síndrome paraneoplásica, é de grande importância que o tratamento correto seja instuído o mais rápido possível a fim de melhorar o prognóstico, a qualidade de vida e aumentar o tempo de sobrevida do animal.
Title: SÍNDROMES PARANEOPLÁSICAS EM CÃES E GATOS
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Introdução: O aumento da proximidade entre os seres humanos e seus animais de estimação levou a maior procura por serviços veterinários preventivos e consequentemente aumentou a expectativa de vida de cães e gatos.
A longevidade fez com que doenças associadas à geriatria ficassem mais frequentes, como o caso do câncer.
Em decorrência das neoplasias podem ocorrer as síndromes paraneoplásicas.
As síndromes paraneoplásicas são um conjunto de alterações clínicas que podem acometer o paciente oncológico e reduzir de maneira significativa a qualidade e expectativa de vida.
Podem ser os primeiros sintomas do câncer e sua gravidade pode variar de acordo com o tipo e estadiamento do tumor presente.
Os sistemas que são mais frequentemente acometidos incluem gastrointestinal, endócrino, hematológico e neurológico.
As manifestações paraneoplásicas mais comuns são caquexia, anemia, hipercalemia, hipoglicemia, miastenia gravis e a coagulação intravascular disseminada.
Essas alterações geralmente são confundidas pelos tutores com os efeitos colaterais causados pelo tratamento quimioterápico levando-os a acreditar que o tratamento é prejudicial.
Objetivos: O objetivo geral do presente trabalho é apresentar a síndrome paraneoplásica de cães e gatos.
Os objetivos específicos incluem descrever o que é neoplasia, apresentar a fisiopatogenia da síndrome paraneoplásica e diferenciá-las dos efeitos colaterais dos quimioterápicos; relacionar o estadiamento do tumor, com as manifestações da síndrome paraneoplásica, abordar os sinais clínicos e métodos diagnósticos; e, associar as alterações causadas pela síndrome paraneoplásica com o prognóstico e qualidade de vida do paciente oncológico e os métodos de tratamento.
Material e métodos: Essa revisão bibliográfica, teve como base dissertações, livros e artigos científicos publicados nos últimos 11 anos.
Resultados: Ainda não está totalmente elucidado a fisiopatogenia das síndromes paraneoplásicas, o que contribuí para o receio dos tutores em frente à quimioterapia por as confundirem com os efeitos colaterais dos quimioterápicos e também colabora para a dificuldade dos Médicos Veterinários em reconhecê-las e trata-lás precocemente.
Conclusão: Assim que dectado o tumor e a síndrome paraneoplásica, é de grande importância que o tratamento correto seja instuído o mais rápido possível a fim de melhorar o prognóstico, a qualidade de vida e aumentar o tempo de sobrevida do animal.

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