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DISTOCIA NA CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
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Introdução: A distocia é definida como dificuldade para expelir os fetos pelo canal do parto. Esta afecção é mais frequente em cadelas do que em gatas. Normalmente, a distocia pode ocorrer devido origem materna ou fetal e de modo geral, raças de porte pequeno ou braquicefálicas possuem maior predisposição a afecção. Objetivos: Neste contexto, o objetivo deste estudo é revisar as principais causas da distocia em pequenos animais, métodos diagnósticos e terapêutica. Materiais e métodos: Para elaboração da revisão de literatura, foram utilizados trabalhos e artigos científicos retirados do Google Acadêmico dos últimos 6 anos. Resultados: A distocia de origem materna é recorrente principalmente em fêmeas primíparas ou com múltiplos fetos. Dentre as causas primordiais da distocia de origem materna destaca-se a inércia uterina (primária e secundária), estreitamento das vias moles e duras, torção uterina e contrações excessivas sem sucesso. Já a distocia de origem fetal pode ser acarretada por deficiência de corticosteroides adrenais do feto, tamanho do feto, gestação prolongada, ascites, anasarca e hidrocefalia ou alterações na estática fetal. Por se tratar de afecção rotineira na clínica de pequenos animais, o diagnostico ocorre por meio de exames radiográficos ou ultrassonográficos, palpação abdominal e exame digital vaginal. O gluconato de cálcio a 10% é capaz de promover aumento da força uterina. O tratamento divide-se em medicamentoso ou por intervenção cesariana, sendo que os fármacos podem ser administrados caso a fêmea esteja em boas condições clínicas e apresente inércia uterina secundária. Contudo, em situações de falha de estática fetal onde a correção não é possível, ou falha na indução da contração uterina, a cesariana é indicada. Conclusão: O conhecimento da fisiologia e endocrinologia da fêmea e sua gestação é de sua importância para que o diagnóstico e tratamento corretos sejam efetuados, garantindo assim, a sobrevida da mãe e fetos.
Title: DISTOCIA NA CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
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Introdução: A distocia é definida como dificuldade para expelir os fetos pelo canal do parto.
Esta afecção é mais frequente em cadelas do que em gatas.
Normalmente, a distocia pode ocorrer devido origem materna ou fetal e de modo geral, raças de porte pequeno ou braquicefálicas possuem maior predisposição a afecção.
Objetivos: Neste contexto, o objetivo deste estudo é revisar as principais causas da distocia em pequenos animais, métodos diagnósticos e terapêutica.
Materiais e métodos: Para elaboração da revisão de literatura, foram utilizados trabalhos e artigos científicos retirados do Google Acadêmico dos últimos 6 anos.
Resultados: A distocia de origem materna é recorrente principalmente em fêmeas primíparas ou com múltiplos fetos.
Dentre as causas primordiais da distocia de origem materna destaca-se a inércia uterina (primária e secundária), estreitamento das vias moles e duras, torção uterina e contrações excessivas sem sucesso.
Já a distocia de origem fetal pode ser acarretada por deficiência de corticosteroides adrenais do feto, tamanho do feto, gestação prolongada, ascites, anasarca e hidrocefalia ou alterações na estática fetal.
Por se tratar de afecção rotineira na clínica de pequenos animais, o diagnostico ocorre por meio de exames radiográficos ou ultrassonográficos, palpação abdominal e exame digital vaginal.
O gluconato de cálcio a 10% é capaz de promover aumento da força uterina.
O tratamento divide-se em medicamentoso ou por intervenção cesariana, sendo que os fármacos podem ser administrados caso a fêmea esteja em boas condições clínicas e apresente inércia uterina secundária.
Contudo, em situações de falha de estática fetal onde a correção não é possível, ou falha na indução da contração uterina, a cesariana é indicada.
Conclusão: O conhecimento da fisiologia e endocrinologia da fêmea e sua gestação é de sua importância para que o diagnóstico e tratamento corretos sejam efetuados, garantindo assim, a sobrevida da mãe e fetos.
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