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BREVIDADE DO CORPO QUE FALA:

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Diante das produções literárias angolanas femininas, algumas escritoras recorreram à literatura para, por meio da memória e da tradição ancestral, apresentar o cenário de outrora pela suas palavras e pelo seu empenho literário, como a poeta Ana Paula Tavares, a qual por meio de duas faces (intimista e coletiva) consegue delinear bem seu projeto poético, em que vemos não somente literatura, mas a exposição das situações adversas as quais vivenciaram. Desse modo, esse artigo objetiva verificar a concisão dentro da produção poética de Ana Paula Tavares, vislumbrando a presença de características únicas que dão subjetividade aos seus textos, por meio de criações imagéticas em relação ao corpo da mulher e a mãe-terra. Além de esboçar brevemente as produções de autoria feminina de Angola: suas características, distinções e aproximações. Para isso, nos fundamentamos nas ideias de Arenas (2019), Candido (1987), Lótman (1978), Padilha (2002; 2007), Paz (1994) e Pound (2006). As análises foram feitas por meio de três poemas selecionados da poesia reunida da autora intitulada Amargos como os frutos (2011), em que observamos a autora em suas nuances do eu-mulher e o eu-social.
Title: BREVIDADE DO CORPO QUE FALA:
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Diante das produções literárias angolanas femininas, algumas escritoras recorreram à literatura para, por meio da memória e da tradição ancestral, apresentar o cenário de outrora pela suas palavras e pelo seu empenho literário, como a poeta Ana Paula Tavares, a qual por meio de duas faces (intimista e coletiva) consegue delinear bem seu projeto poético, em que vemos não somente literatura, mas a exposição das situações adversas as quais vivenciaram.
Desse modo, esse artigo objetiva verificar a concisão dentro da produção poética de Ana Paula Tavares, vislumbrando a presença de características únicas que dão subjetividade aos seus textos, por meio de criações imagéticas em relação ao corpo da mulher e a mãe-terra.
Além de esboçar brevemente as produções de autoria feminina de Angola: suas características, distinções e aproximações.
Para isso, nos fundamentamos nas ideias de Arenas (2019), Candido (1987), Lótman (1978), Padilha (2002; 2007), Paz (1994) e Pound (2006).
As análises foram feitas por meio de três poemas selecionados da poesia reunida da autora intitulada Amargos como os frutos (2011), em que observamos a autora em suas nuances do eu-mulher e o eu-social.

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