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ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA FEBRE AMARELA NO BRASIL ENTRE OS ANOS 2006 E 2016

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Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico da febre amarela no Brasil, entre os anos de 2006 a 2016. Método: Utilizou-se a base de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), além de artigos publicados na PUBMED, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e LILACS, para correlação e análise dos dados encontrados. Resultados: Por meio dos dados analisados, observou-se que no período de 2006 a 2016, a febre amarela apresentou uma taxa de letalidade maior que 50%. O ano de 2016 foi o que apresentou o maior número de óbitos e casos confirmados, seguido por 2008 e 2009, com a segunda maior incidência. Houve predominância de 83% do sexo masculino em comparação ao feminino. Além disso, a faixa etária mais acometida foi de adultos jovens de 20 (vinte) a 39 (trinta e nove anos). Minas Gerais foi o estado com maior incidência, revelando um maior número de casos na região sudeste neste período. A raça branca foi a mais incidente. Ademais, a febre amarela apresentou uma sazonalidade definida, entre os meses de dezembro a março. Por fim, a baixa escolaridade foi prevalente nos casos de febre amarela confirmados nesse período. Conclusão: Identificar o perfil epidemiológico é de enorme relevância para o direcionamento de ações de combate e controle, atuando principalmente nos grupos mais afetados. Portanto, ressalta-se a importância do combate à subnotificação, visto que a notificação compulsória é o principal meio para o conhecimento da situação epidemiológica do país. Palavras chave: Febre Amarela. Epidemiologia. Arboviroses.
Title: ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA FEBRE AMARELA NO BRASIL ENTRE OS ANOS 2006 E 2016
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Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico da febre amarela no Brasil, entre os anos de 2006 a 2016.
Método: Utilizou-se a base de dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), além de artigos publicados na PUBMED, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e LILACS, para correlação e análise dos dados encontrados.
Resultados: Por meio dos dados analisados, observou-se que no período de 2006 a 2016, a febre amarela apresentou uma taxa de letalidade maior que 50%.
O ano de 2016 foi o que apresentou o maior número de óbitos e casos confirmados, seguido por 2008 e 2009, com a segunda maior incidência.
Houve predominância de 83% do sexo masculino em comparação ao feminino.
Além disso, a faixa etária mais acometida foi de adultos jovens de 20 (vinte) a 39 (trinta e nove anos).
Minas Gerais foi o estado com maior incidência, revelando um maior número de casos na região sudeste neste período.
A raça branca foi a mais incidente.
Ademais, a febre amarela apresentou uma sazonalidade definida, entre os meses de dezembro a março.
Por fim, a baixa escolaridade foi prevalente nos casos de febre amarela confirmados nesse período.
Conclusão: Identificar o perfil epidemiológico é de enorme relevância para o direcionamento de ações de combate e controle, atuando principalmente nos grupos mais afetados.
Portanto, ressalta-se a importância do combate à subnotificação, visto que a notificação compulsória é o principal meio para o conhecimento da situação epidemiológica do país.
Palavras chave: Febre Amarela.
Epidemiologia.
Arboviroses.

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