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Estrutura superficial e geoquímica da paisagem na bacia do Córrego Igrejinha, Juiz de Fora – MG.

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O presente trabalho visou compreender a paisagem no âmbito dinâmico-funcional por meio da compartimentação de diferentes ambientes geomorfológicos e geoquímicos para a interpretação da influência do grau antropogênico na estrutura superficial da paisagem na Bacia do Córrego Igrejinha, localizada no município de Juiz de Fora (MG). Buscou-se apresentar uma abordagem metodológica abarcada pelo estudo da estrutura superficial da paisagem segundo seus aspectos dinâmico-funcionais por técnicas de compartimentação embasadas nas concepções teóricas da geoquímica da paisagem. A compartimentação dinâmica-funcional definiu as paisagens autônomas (zona eluvial) e subordinadas (zonas transeluviais, transacumulativas e acumulativas) sendo possível a identificação das áreas emissoras e receptoras de materiais. Nas paisagens identificadas, foram coletadas amostras das coberturas superficiais e realizados ensaios laboratoriais, onde através da caracterização por meio da química analítica, discutido a mobilidade química nos parâmetros da afinidade e das reações químicas vigentes no intemperismo químico. Em posse desses resultados, foi discutida a relação entre a compartimentação dinâmico-funcional e suas relações com a geoquímica das coberturas superficiais, foram analisadas as assinaturas geoquímicas das zonas transeluviais e acumulativa e relacionado o quadro geoquímico e a organização tecnogênica vigente. Como resultado foi possível observar que as atividades humanas interferem nos processos de intemperismo químico, alterando as abundâncias das fases mineralógicas nas paisagens elementares.
Universidade Federal de Juiz de Fora
Title: Estrutura superficial e geoquímica da paisagem na bacia do Córrego Igrejinha, Juiz de Fora – MG.
Description:
O presente trabalho visou compreender a paisagem no âmbito dinâmico-funcional por meio da compartimentação de diferentes ambientes geomorfológicos e geoquímicos para a interpretação da influência do grau antropogênico na estrutura superficial da paisagem na Bacia do Córrego Igrejinha, localizada no município de Juiz de Fora (MG).
Buscou-se apresentar uma abordagem metodológica abarcada pelo estudo da estrutura superficial da paisagem segundo seus aspectos dinâmico-funcionais por técnicas de compartimentação embasadas nas concepções teóricas da geoquímica da paisagem.
A compartimentação dinâmica-funcional definiu as paisagens autônomas (zona eluvial) e subordinadas (zonas transeluviais, transacumulativas e acumulativas) sendo possível a identificação das áreas emissoras e receptoras de materiais.
Nas paisagens identificadas, foram coletadas amostras das coberturas superficiais e realizados ensaios laboratoriais, onde através da caracterização por meio da química analítica, discutido a mobilidade química nos parâmetros da afinidade e das reações químicas vigentes no intemperismo químico.
Em posse desses resultados, foi discutida a relação entre a compartimentação dinâmico-funcional e suas relações com a geoquímica das coberturas superficiais, foram analisadas as assinaturas geoquímicas das zonas transeluviais e acumulativa e relacionado o quadro geoquímico e a organização tecnogênica vigente.
Como resultado foi possível observar que as atividades humanas interferem nos processos de intemperismo químico, alterando as abundâncias das fases mineralógicas nas paisagens elementares.

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