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A relevância da Escala de Edimburgo para diagnóstico precoce da depressão pós-parto
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Objetivo: Avaliar o uso da Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo por enfermeiros durante o puerpério para detectar e diagnosticar precocemente a depressão pós-parto, possibilitando um tratamento adequado. Fontes de dados: Esta revisão sistemática da literatura foi realizada nas plataformas de acesso aberto Scientific Electronic Library Online (SciELO) e nas bases de dados eletrônicas Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Base de Dados de Enfermagem (BDENF), ambas disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Seleção de estudos: Foi utilizado como critério de inclusão: artigos, livros e revistas virtuais publicadas no idioma português e inglês, que por meio de análises contemplassem a questão norteadora e a temática proposta sobre a aplicação da Escala de Edimburgo nas consultas puerperais, no período de 2003 a 2020. A partir dos critérios de inclusão e exclusão, foram encontrados nas bases de dados da BVS 40 arquivos, sendo 28 da LILACS, onde 2 atendiam aos objetivos do estudo; os demais foram excluídos. Coleta de dados: O procedimento de busca utilizou-se dos seguintes descritores: “Depressão pós-parto”; “Escala de Edimburgo”; “Diagnóstico precoce”. Resultados: A Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo é uma ferramenta adequada para a triagem da depressão pós-parto. No entanto, a escala sozinha não é suficiente para diagnosticar a depressão; um exame físico, a anamnese e toda interação com a puérpera, tanto no pré-parto quanto no pós-parto, devem ser usados em conjunto com a escala para identificar precocemente a depressão. Embora a escala não meça a gravidade dos sintomas, ela é de baixo custo, rápida e eficaz, podendo ser facilmente integrada às consultas pré-natais e puerperais, o que facilita sua implementação na rede pública de saúde, pois pode ser aplicada por qualquer profissional de saúde. Os artigos selecionados sugerem que a prevenção e o tratamento da depressão devem ser prioridades não apenas no período pós-parto, mas também durante a gestação. Por isso, as equipes de saúde que acompanham gestantes precisam estar atentas a sinais de que as mães estão enfrentando dificuldades inusitadas relacionadas à maternidade. As mulheres podem apresentar vários sintomas de depressão ao lidar com a responsabilidade de cuidar do bebê e enfrentar as exigências de adaptação à nova realidade. Os sintomas de depressão materna podem começar a se manifestar já durante a gestação, antes mesmo do período pós-parto. O médico deve acompanhar a gestante, oferecer suporte e transmitir segurança durante todo o processo da gravidez, facilitando a identificação de seus medos e preocupações e discernindo entre sintomas depressivos e os comuns relacionados à mudança no estilo de vida da gestante. Conclusões: Fornecer acolhimento à puérpera e realizar uma investigação preventiva da depressão pós-parto oferece o apoio necessário para a mulher lidar com possíveis episódios de depressão.
Title: A relevância da Escala de Edimburgo para diagnóstico precoce da depressão pós-parto
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Objetivo: Avaliar o uso da Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo por enfermeiros durante o puerpério para detectar e diagnosticar precocemente a depressão pós-parto, possibilitando um tratamento adequado.
Fontes de dados: Esta revisão sistemática da literatura foi realizada nas plataformas de acesso aberto Scientific Electronic Library Online (SciELO) e nas bases de dados eletrônicas Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Base de Dados de Enfermagem (BDENF), ambas disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS).
Seleção de estudos: Foi utilizado como critério de inclusão: artigos, livros e revistas virtuais publicadas no idioma português e inglês, que por meio de análises contemplassem a questão norteadora e a temática proposta sobre a aplicação da Escala de Edimburgo nas consultas puerperais, no período de 2003 a 2020.
A partir dos critérios de inclusão e exclusão, foram encontrados nas bases de dados da BVS 40 arquivos, sendo 28 da LILACS, onde 2 atendiam aos objetivos do estudo; os demais foram excluídos.
Coleta de dados: O procedimento de busca utilizou-se dos seguintes descritores: “Depressão pós-parto”; “Escala de Edimburgo”; “Diagnóstico precoce”.
Resultados: A Escala de Depressão Pós-Natal de Edimburgo é uma ferramenta adequada para a triagem da depressão pós-parto.
No entanto, a escala sozinha não é suficiente para diagnosticar a depressão; um exame físico, a anamnese e toda interação com a puérpera, tanto no pré-parto quanto no pós-parto, devem ser usados em conjunto com a escala para identificar precocemente a depressão.
Embora a escala não meça a gravidade dos sintomas, ela é de baixo custo, rápida e eficaz, podendo ser facilmente integrada às consultas pré-natais e puerperais, o que facilita sua implementação na rede pública de saúde, pois pode ser aplicada por qualquer profissional de saúde.
Os artigos selecionados sugerem que a prevenção e o tratamento da depressão devem ser prioridades não apenas no período pós-parto, mas também durante a gestação.
Por isso, as equipes de saúde que acompanham gestantes precisam estar atentas a sinais de que as mães estão enfrentando dificuldades inusitadas relacionadas à maternidade.
As mulheres podem apresentar vários sintomas de depressão ao lidar com a responsabilidade de cuidar do bebê e enfrentar as exigências de adaptação à nova realidade.
Os sintomas de depressão materna podem começar a se manifestar já durante a gestação, antes mesmo do período pós-parto.
O médico deve acompanhar a gestante, oferecer suporte e transmitir segurança durante todo o processo da gravidez, facilitando a identificação de seus medos e preocupações e discernindo entre sintomas depressivos e os comuns relacionados à mudança no estilo de vida da gestante.
Conclusões: Fornecer acolhimento à puérpera e realizar uma investigação preventiva da depressão pós-parto oferece o apoio necessário para a mulher lidar com possíveis episódios de depressão.
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