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ANÁLISE DAS ÁREAS DE RISCO DE CHEIAS E INUNDAÇÕES NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO REVUÈ, DISTRITO DE MANICA, REGIÃO CENTRO DE MOÇAMBIQUE
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As cheias e inundações nas áreas urbanas causam sérios prejuízos à população e são frequentemente agravadas por diversos fatores. A falta de informações adequadas, como mapas de risco, tem dificultado a gestão em áreas vulneráveis. A metodologia do estudo foi dividida em quatro fases principais: definição e obtenção das variáveis necessárias, construção do modelo, confecção do mapa de cheias e inundações e avaliação da confiabilidade do produto. A elaboração dos mapas foi realizada no ArcGIS 10.3, utilizando dados como o tipo de solo e precipitação, fornecidos pela CENACARTA, informações de altimetria e declividade, obtidas via SRTM e no ESRI obteve-se a imagem do uso e cobertura do solo. O modelo de análise hierárquica atribuiu pesos às variáveis de risco, como tipos de solo, uso do solo, altimetria, declividade e precipitação. A análise de declividade revelou que a maioria da área possui terrenos planos, com 53,85%, seguidos de áreas suavemente onduladas (33,50%). A análise de uso do solo mostrou que as pastagens predominam, com 56,60%, e a vegetação arbórea ocupa 37,24%. A análise hipsométrica indicou que a maior parte da bacia está na faixa de altitude entre 586 e 824 metros, representando 44,96%. Quanto à precipitação, a faixa de 128 mm é a mais prevalente, cobrindo 42,81% da área. A distribuição dos solos revelou predominância de rhodic ferralsols, com 34,25%. A análise final, que integrou todas as variáveis, gerou um mapa de susceptibilidade a cheias e inundações, indicando que a maior área (40,68%) está classificada com alto risco, seguida de risco médio (29,93%) e baixo (21,51%).
Universidade Estadual do Ceará
Title: ANÁLISE DAS ÁREAS DE RISCO DE CHEIAS E INUNDAÇÕES NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO REVUÈ, DISTRITO DE MANICA, REGIÃO CENTRO DE MOÇAMBIQUE
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As cheias e inundações nas áreas urbanas causam sérios prejuízos à população e são frequentemente agravadas por diversos fatores.
A falta de informações adequadas, como mapas de risco, tem dificultado a gestão em áreas vulneráveis.
A metodologia do estudo foi dividida em quatro fases principais: definição e obtenção das variáveis necessárias, construção do modelo, confecção do mapa de cheias e inundações e avaliação da confiabilidade do produto.
A elaboração dos mapas foi realizada no ArcGIS 10.
3, utilizando dados como o tipo de solo e precipitação, fornecidos pela CENACARTA, informações de altimetria e declividade, obtidas via SRTM e no ESRI obteve-se a imagem do uso e cobertura do solo.
O modelo de análise hierárquica atribuiu pesos às variáveis de risco, como tipos de solo, uso do solo, altimetria, declividade e precipitação.
A análise de declividade revelou que a maioria da área possui terrenos planos, com 53,85%, seguidos de áreas suavemente onduladas (33,50%).
A análise de uso do solo mostrou que as pastagens predominam, com 56,60%, e a vegetação arbórea ocupa 37,24%.
A análise hipsométrica indicou que a maior parte da bacia está na faixa de altitude entre 586 e 824 metros, representando 44,96%.
Quanto à precipitação, a faixa de 128 mm é a mais prevalente, cobrindo 42,81% da área.
A distribuição dos solos revelou predominância de rhodic ferralsols, com 34,25%.
A análise final, que integrou todas as variáveis, gerou um mapa de susceptibilidade a cheias e inundações, indicando que a maior área (40,68%) está classificada com alto risco, seguida de risco médio (29,93%) e baixo (21,51%).
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