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ENTRELAÇANDO CUIDADO E APOIO: EXPERIÊNCIAS DAS GESTANTES NA REDE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E SAÚDE

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A gestação é um período crítico que envolve aspectos físicos, emocionais, sociais e econômicos. A integração entre setores como assistência social e enfermagem é essencial para garantir um cuidado eficaz e abrangente, atendendo não apenas às necessidades médicas, mas também ao suporte social necessário para que as gestantes possam enfrentar os desafios dessa fase. A atuação intersetorial permite uma abordagem mais completa e humanizada, promovendo o bem-estar integral das gestantes. Objetivou-se através deste trabalho identificar a percepção das gestantes sobre a atuação intersetorial entre profissionais da assistência social e enfermeiros atuantes na atenção primária à saúde. Esse estudo é do tipo descritivo, com abordagem quantitativa analítica, na qual foi submetido ao Comitê de Ética e Pesquisa, do Centro Universitário INTA, através da Plataforma Brasil, adquirindo aprovação sob o Parecer Nº 7.096.454. A pesquisa foi desenvolvida no Centro de Referência de Assistência Social do município de Ararendá-Ceará. O grupo de gestantes possuia 23 (vinte e três) participantes e, destas, 18 (dezoito) participaram da pesquisa. Os dados foram coletados no mês de outubro do ano de 2024. Diante da pesquisa, constatou-se 11% das gestantes, está no intervalo de idade entre 18 a 20 anos, sendo 44% entre 21 a 30 anos, além de 44% de 31 a 39 anos de idade. Grande parte das gestantes (50%) são solteiras e todas possuindo renda inferior a 1 salário mínimo e sendo beneficiarias de programas de transferência de renda e estão desempregadas. Quanto à moradia, 44% (8) possuem casa própria, 33% residem em imóveis alugados e 22% vivem em moradias cedidas. Em relação à participação nos grupos oferecidos pela assistência social, 94% das gestantes estão ativas, sendo que a maioria delas participa do Programa de Atenção Integral à Família. No que tange ao acompanhamento do pré-natal, todas estão realizando nas unidades de atenção primária do município, como também todas foram referenciadas pelos enfermeiros para setores da assistência social e participando de encontro/palestras intersetoriais. Verificou-se que 100% das gestantes acham que o trabalho em conjunto entre saúde e assistência social facilita o acesso ao serviços, 61% receberam informações sobre seus direitos, como também 83% das gestantes relatam que os profissionais ajudaram a resolver os problemas relacionados a gestação e 72% percebem uma bola relação entre saúde e assistência social no município, mas mesmo participando de serviços intersetoriais 61% das gestantes se sentiram em algum momento desamparadas, como também 50% já foram encaminhadas para serviços intersetoriais que não conseguiram atender adequadamente as gestantes. As gestantes avaliaram os serviços intersetoriais como bons, com 44% atribuindo essa avaliação. No que diz respeito às estratégias para aprimorar a integração dos serviços intersetoriais, 39% das gestantes consideram necessário um aumento na disponibilidade de recursos. Quanto aos aspectos positivos, 50% destacam a garantia rápida dos direitos como o principal ponto positivo. Através da pesquisa realizada pode-se concluir que há necessidade de um fortalecimento efetivo da rede de serviços, construindo um fluxo de trabalho mais integrado, garantindo que as mulheres em situação de vulnerabilidade recebam o apoio necessário.
Title: ENTRELAÇANDO CUIDADO E APOIO: EXPERIÊNCIAS DAS GESTANTES NA REDE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E SAÚDE
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A gestação é um período crítico que envolve aspectos físicos, emocionais, sociais e econômicos.
A integração entre setores como assistência social e enfermagem é essencial para garantir um cuidado eficaz e abrangente, atendendo não apenas às necessidades médicas, mas também ao suporte social necessário para que as gestantes possam enfrentar os desafios dessa fase.
A atuação intersetorial permite uma abordagem mais completa e humanizada, promovendo o bem-estar integral das gestantes.
Objetivou-se através deste trabalho identificar a percepção das gestantes sobre a atuação intersetorial entre profissionais da assistência social e enfermeiros atuantes na atenção primária à saúde.
Esse estudo é do tipo descritivo, com abordagem quantitativa analítica, na qual foi submetido ao Comitê de Ética e Pesquisa, do Centro Universitário INTA, através da Plataforma Brasil, adquirindo aprovação sob o Parecer Nº 7.
096.
454.
A pesquisa foi desenvolvida no Centro de Referência de Assistência Social do município de Ararendá-Ceará.
O grupo de gestantes possuia 23 (vinte e três) participantes e, destas, 18 (dezoito) participaram da pesquisa.
Os dados foram coletados no mês de outubro do ano de 2024.
Diante da pesquisa, constatou-se 11% das gestantes, está no intervalo de idade entre 18 a 20 anos, sendo 44% entre 21 a 30 anos, além de 44% de 31 a 39 anos de idade.
Grande parte das gestantes (50%) são solteiras e todas possuindo renda inferior a 1 salário mínimo e sendo beneficiarias de programas de transferência de renda e estão desempregadas.
Quanto à moradia, 44% (8) possuem casa própria, 33% residem em imóveis alugados e 22% vivem em moradias cedidas.
Em relação à participação nos grupos oferecidos pela assistência social, 94% das gestantes estão ativas, sendo que a maioria delas participa do Programa de Atenção Integral à Família.
No que tange ao acompanhamento do pré-natal, todas estão realizando nas unidades de atenção primária do município, como também todas foram referenciadas pelos enfermeiros para setores da assistência social e participando de encontro/palestras intersetoriais.
Verificou-se que 100% das gestantes acham que o trabalho em conjunto entre saúde e assistência social facilita o acesso ao serviços, 61% receberam informações sobre seus direitos, como também 83% das gestantes relatam que os profissionais ajudaram a resolver os problemas relacionados a gestação e 72% percebem uma bola relação entre saúde e assistência social no município, mas mesmo participando de serviços intersetoriais 61% das gestantes se sentiram em algum momento desamparadas, como também 50% já foram encaminhadas para serviços intersetoriais que não conseguiram atender adequadamente as gestantes.
As gestantes avaliaram os serviços intersetoriais como bons, com 44% atribuindo essa avaliação.
No que diz respeito às estratégias para aprimorar a integração dos serviços intersetoriais, 39% das gestantes consideram necessário um aumento na disponibilidade de recursos.
Quanto aos aspectos positivos, 50% destacam a garantia rápida dos direitos como o principal ponto positivo.
Através da pesquisa realizada pode-se concluir que há necessidade de um fortalecimento efetivo da rede de serviços, construindo um fluxo de trabalho mais integrado, garantindo que as mulheres em situação de vulnerabilidade recebam o apoio necessário.

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