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AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE TRANSTORNOS ALIMENTARES EM ESTUDANTES DE MEDICINA NO OESTE DO PARANÁ DURANTE O PERÍODO PANDÊMICO DA COVID-19

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Esta pesquisa teve como objetivo analisar um indicativo de transtornos alimentares durante o período pandêmico em estudantes do curso de medicina em um Centro Universitário particular do interior do Paraná. Estudo transversal, exploratório, descritivo, com foco em levantamento de dados mediante aplicação de questionário semi-estruturado adaptado do EAT-26.  Um total de 103 acadêmicos responderam a pesquisa, sendo 66% do sexo feminino e 34% do sexo masculino. Com relação ao peso durante a pandemia, 10,7% da população manteve o peso, 26,2% registraram emagrecimento e 63,1% da população estudada ganhou peso. A incidência de sobrepeso foi de 22%. Houve 7 participantes a mais que passaram a ser classificados como obesidade grau I e 4 passaram a ser portadores de obesidade grau II. Com relação ao EAT-26, no quesito dieta, 10,3% são candidatos para distúrbios alimentares uma vez que, passaram a se preocupar (incidência de 10,3%) com a ingesta de alimentos e com a forma física após o confinamento. A incidência de participantes com sinais de Bulimia ou preocupação com os alimentos foi de 4,9%. A incidência da população que perdeu o controle oral após o confinamento relacionado a COVID-19 foi de 13,3%. Assim o presente estudo encontrou uma parcela dos estudantes como candidatos a distúrbios alimentares, mais estudos devem ser desenvolvidos no sentido de identificar essa população susceptível de modo que, ações preventivas sejam empregadas com o objetivo de evitar o real aparecimento desta condição.
Title: AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA DE TRANSTORNOS ALIMENTARES EM ESTUDANTES DE MEDICINA NO OESTE DO PARANÁ DURANTE O PERÍODO PANDÊMICO DA COVID-19
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Esta pesquisa teve como objetivo analisar um indicativo de transtornos alimentares durante o período pandêmico em estudantes do curso de medicina em um Centro Universitário particular do interior do Paraná.
Estudo transversal, exploratório, descritivo, com foco em levantamento de dados mediante aplicação de questionário semi-estruturado adaptado do EAT-26.
  Um total de 103 acadêmicos responderam a pesquisa, sendo 66% do sexo feminino e 34% do sexo masculino.
Com relação ao peso durante a pandemia, 10,7% da população manteve o peso, 26,2% registraram emagrecimento e 63,1% da população estudada ganhou peso.
A incidência de sobrepeso foi de 22%.
Houve 7 participantes a mais que passaram a ser classificados como obesidade grau I e 4 passaram a ser portadores de obesidade grau II.
Com relação ao EAT-26, no quesito dieta, 10,3% são candidatos para distúrbios alimentares uma vez que, passaram a se preocupar (incidência de 10,3%) com a ingesta de alimentos e com a forma física após o confinamento.
A incidência de participantes com sinais de Bulimia ou preocupação com os alimentos foi de 4,9%.
A incidência da população que perdeu o controle oral após o confinamento relacionado a COVID-19 foi de 13,3%.
Assim o presente estudo encontrou uma parcela dos estudantes como candidatos a distúrbios alimentares, mais estudos devem ser desenvolvidos no sentido de identificar essa população susceptível de modo que, ações preventivas sejam empregadas com o objetivo de evitar o real aparecimento desta condição.

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