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A interculturalidade crítica Pipipã em diálogo com a escola Ayllu
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RESUMONeste artigo propomos uma reflexão sobre as experiências da educação escolar indígena emancipatória na América Latina como alternativa de enfrentamento aos conhecimentos homogêneos produzidos na Europa, o “norte global” do sistema-mundo capitalista/patriarcal/ moderno/ colonial. A partir da perspectiva teórica dos estudos Pós-coloniais estudamos como ocorre a práxis da educação intercultural crítica e a “insurgência epistêmica, em um contexto de lutas e resistências dos povos do território epistêmico de Abya Yala. Nosso objetivo é dialogar a educação indígena contemporânea do povo Pipipã, localizados em Floresta, no Sertão de Pernambuco com as discussões do pensamento pedagógico da escola Warisata, concebidos por Elizardo Perez (Bolívia). Os resultados são baseados na materialização da desobediência epistêmica na busca por uma educação intercultural como forma de resistência dos povos colonialmente denominados latino-americanos. Nações que questionam as metas narrativas construídas como verdades, em face a autonomia étnico cultural, cada um em seu tempo e lugar.Território Epistêmico Abya Yala. Educação Escolar Indígena. Povo Pipipã. ABSTRACTIn this article we propose a reflection on the experiences of emancipatory indigenous school education in Latin America as an alternative to confront the homogeneous knowledge produced in Europe, the "global north" of the capitalist/patriarchal/modern/colonial world-world system. From the theoretical perspective of postcolonial studies we study how the praxis of critical intercultural education and the "epistemic insurgency occurs, in a context of struggles and resistance stems from the peoples of the epistemic territory of Abya Yala. Our goal is to dialogue the contemporary indigenous education of the Pipipã people, located in Floresta, in the Sertão of Pernambuco with the discussions of the pedagogical thought of the Warisata school, conceived by Elizardo Perez (Bolivia). The results are based on the materialization of epistemic disobedience in the search for intercultural education as a form of resistance of colonially named Latin American peoples. Nations that question narrative goals constructed as truths, in the face of cultural ethnic autonomy, each in its time and place. Epistemic Territory Abya Yala. Indigenous School Education. Pipipã people.RESUMEN En este artículo proponemos una reflexión sobre las experiencias de la educación escolar indígena emancipadora en América Latina como alternativa para enfrentar el conocimiento homogéneo producido en Europa, el “norte global” del sistema-mundo capitalista / patriarcal / moderno / colonial. Desde la perspectiva teórica de los estudios poscoloniales, estudiamos la praxis de la educación crítica intercultural y la “insurgencia epistémica”, en un contexto de luchas y resistencias de los pueblos del territorio epistémico de Abya Yala. Nuestro objetivo es dialogar la educación indígena contemporánea del pueblo Pipipã, ubicado en Floresta, en el interior de Pernambuco, con las discusiones sobre el pensamiento pedagógico de la escuela Warisata, concebida por Elizardo Pérez (Bolivia). Los resultados se basan en la materialización de la desobediencia epistémica en la búsqueda de una educación intercultural como forma de resistencia de los pueblos colonialmente llamados latinoamericanos. Naciones que cuestionan las metas narrativas construidas como verdades, frente a la autonomía étnica y cultural, cada una en su tiempo y lugar.Territorio Epistémico de Abya Yala. Educación Escolar Indígena. Pueblo Pipipã.
Title: A interculturalidade crítica Pipipã em diálogo com a escola Ayllu
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RESUMONeste artigo propomos uma reflexão sobre as experiências da educação escolar indígena emancipatória na América Latina como alternativa de enfrentamento aos conhecimentos homogêneos produzidos na Europa, o “norte global” do sistema-mundo capitalista/patriarcal/ moderno/ colonial.
A partir da perspectiva teórica dos estudos Pós-coloniais estudamos como ocorre a práxis da educação intercultural crítica e a “insurgência epistêmica, em um contexto de lutas e resistências dos povos do território epistêmico de Abya Yala.
Nosso objetivo é dialogar a educação indígena contemporânea do povo Pipipã, localizados em Floresta, no Sertão de Pernambuco com as discussões do pensamento pedagógico da escola Warisata, concebidos por Elizardo Perez (Bolívia).
Os resultados são baseados na materialização da desobediência epistêmica na busca por uma educação intercultural como forma de resistência dos povos colonialmente denominados latino-americanos.
Nações que questionam as metas narrativas construídas como verdades, em face a autonomia étnico cultural, cada um em seu tempo e lugar.
Território Epistêmico Abya Yala.
Educação Escolar Indígena.
Povo Pipipã.
ABSTRACTIn this article we propose a reflection on the experiences of emancipatory indigenous school education in Latin America as an alternative to confront the homogeneous knowledge produced in Europe, the "global north" of the capitalist/patriarchal/modern/colonial world-world system.
From the theoretical perspective of postcolonial studies we study how the praxis of critical intercultural education and the "epistemic insurgency occurs, in a context of struggles and resistance stems from the peoples of the epistemic territory of Abya Yala.
Our goal is to dialogue the contemporary indigenous education of the Pipipã people, located in Floresta, in the Sertão of Pernambuco with the discussions of the pedagogical thought of the Warisata school, conceived by Elizardo Perez (Bolivia).
The results are based on the materialization of epistemic disobedience in the search for intercultural education as a form of resistance of colonially named Latin American peoples.
Nations that question narrative goals constructed as truths, in the face of cultural ethnic autonomy, each in its time and place.
Epistemic Territory Abya Yala.
Indigenous School Education.
Pipipã people.
RESUMEN En este artículo proponemos una reflexión sobre las experiencias de la educación escolar indígena emancipadora en América Latina como alternativa para enfrentar el conocimiento homogéneo producido en Europa, el “norte global” del sistema-mundo capitalista / patriarcal / moderno / colonial.
Desde la perspectiva teórica de los estudios poscoloniales, estudiamos la praxis de la educación crítica intercultural y la “insurgencia epistémica”, en un contexto de luchas y resistencias de los pueblos del territorio epistémico de Abya Yala.
Nuestro objetivo es dialogar la educación indígena contemporánea del pueblo Pipipã, ubicado en Floresta, en el interior de Pernambuco, con las discusiones sobre el pensamiento pedagógico de la escuela Warisata, concebida por Elizardo Pérez (Bolivia).
Los resultados se basan en la materialización de la desobediencia epistémica en la búsqueda de una educación intercultural como forma de resistencia de los pueblos colonialmente llamados latinoamericanos.
Naciones que cuestionan las metas narrativas construidas como verdades, frente a la autonomía étnica y cultural, cada una en su tiempo y lugar.
Territorio Epistémico de Abya Yala.
Educación Escolar Indígena.
Pueblo Pipipã.
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