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Variabilidade espacial da chuva de sementes em área ciliar da caatinga no semiárido paraibano.
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A pesquisa objetivou analisar a variabilidade espacial da chuva de sementes em uma área ciliar de Caatinga no Semiárido Paraibano. Na área experimental de Serra Branca destinada aos estudos do Laboratório de Ecologia e Botânica – LAEB/CDSA/UFCG, foram marcadas 100 parcelas de 10x10 m nas quais foram dispostos, de forma intercalada, 50 coletores de 0,25 cm² . A coleta do material foi efetuada mensalmente e encaminhada ao Laboratório de Ecologia e Botânica do CDSA/UFCG, onde foi separado, nas frações folhas, galhos, frutos, sementes, flores, cascas e miscelânea e pesado. O período de estudo foi de agosto de 2015 a abril de 2017. Os dados obtidos da pesagem foram manipulados em planilha eletrônica Microsoft Excel, para analise da variabilidade espacial da chuva de sementes na área. Para a análise da variação espacial, adotou-se a divisão da área em três faixas. A primeira compreendeu a Margem, com um total de 15 coletores; a segunda o Meio com 20; e a terceira a Borda, também com 15. O peso total foi de 92,43 g de sementes em 12,5 m², o que correspondeu a densidade de 7,4 g/m². Nesse período o mês com maior produção de sementes foi março de 2016, com 18,20 g, e o de menor contribuição foi abril de 2017, com 0,54 g de sementes. Relacionando a precipitação com a produção de sementes, tem-se que, no período de monitoramento, os meses com maior precipitação, dezembro de 2015 a fevereiro de 2016 e março de 2017, que corresponde ao período chuvoso na região, apresentou baixos valores na produção de sementes, enquanto que os maiores valores foram observados no período seco. Quanto a variação espacial observou-se que nos meses mais secos, os maiores valores da chuva de sementes foram obtidos na Margem e na Borda, sendo a exceção, os meses de novembro de 2015 e junho e dezembro de 2016. O único ambiente que não apresentou produção de sementes foi a Borda, no mês de agosto de 2016, e o pico com 10,20 g, foi registrado na Margem no mês de março de 2016. O maior valor de densidade foi observado na Margem, sendo que os valores de densidade de sementes foram decrescendo conforme se direcionava para o Meio. De modo geral, os valores da chuva de sementes foram considerados baixos e alguns fatores podem ter contribuído para os resultados obtidos, como por exemplo, o pequeno número de indivíduos adultos, a baixa precipitação.
Title: Variabilidade espacial da chuva de sementes em área ciliar da caatinga no semiárido paraibano.
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A pesquisa objetivou analisar a variabilidade espacial da chuva de sementes em uma área ciliar de Caatinga no Semiárido Paraibano.
Na área experimental de Serra Branca destinada aos estudos do Laboratório de Ecologia e Botânica – LAEB/CDSA/UFCG, foram marcadas 100 parcelas de 10x10 m nas quais foram dispostos, de forma intercalada, 50 coletores de 0,25 cm² .
A coleta do material foi efetuada mensalmente e encaminhada ao Laboratório de Ecologia e Botânica do CDSA/UFCG, onde foi separado, nas frações folhas, galhos, frutos, sementes, flores, cascas e miscelânea e pesado.
O período de estudo foi de agosto de 2015 a abril de 2017.
Os dados obtidos da pesagem foram manipulados em planilha eletrônica Microsoft Excel, para analise da variabilidade espacial da chuva de sementes na área.
Para a análise da variação espacial, adotou-se a divisão da área em três faixas.
A primeira compreendeu a Margem, com um total de 15 coletores; a segunda o Meio com 20; e a terceira a Borda, também com 15.
O peso total foi de 92,43 g de sementes em 12,5 m², o que correspondeu a densidade de 7,4 g/m².
Nesse período o mês com maior produção de sementes foi março de 2016, com 18,20 g, e o de menor contribuição foi abril de 2017, com 0,54 g de sementes.
Relacionando a precipitação com a produção de sementes, tem-se que, no período de monitoramento, os meses com maior precipitação, dezembro de 2015 a fevereiro de 2016 e março de 2017, que corresponde ao período chuvoso na região, apresentou baixos valores na produção de sementes, enquanto que os maiores valores foram observados no período seco.
Quanto a variação espacial observou-se que nos meses mais secos, os maiores valores da chuva de sementes foram obtidos na Margem e na Borda, sendo a exceção, os meses de novembro de 2015 e junho e dezembro de 2016.
O único ambiente que não apresentou produção de sementes foi a Borda, no mês de agosto de 2016, e o pico com 10,20 g, foi registrado na Margem no mês de março de 2016.
O maior valor de densidade foi observado na Margem, sendo que os valores de densidade de sementes foram decrescendo conforme se direcionava para o Meio.
De modo geral, os valores da chuva de sementes foram considerados baixos e alguns fatores podem ter contribuído para os resultados obtidos, como por exemplo, o pequeno número de indivíduos adultos, a baixa precipitação.
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