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As literatas, carta à Eduarda, de Rosalía de Castro: uma tradução

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O presente trabalho é uma tradução do artigo “Las literatas, carta a Eduarda”, publicado em 1865 no Almanaque de Galicia para uso de la juventud elegante y de buen tono, em língua espanhola, pela escritora Rosalía de Castro (1837-1885). Considerada como uma das fundadoras da literatura galega, ao lado de Eduardo Pondal e Manuel Curros Enríquez, Rosalía de Castro escreveu poemas, romances e artigos para jornais. Neste texto ora traduzido ao português, temos, por meio da estratégia ficcional da escrita epistolar, um importante material no que diz respeito à falta de reconhecimento das mulheres na literatura. Com um tom irônico que nos permite alcançar a voz indignada e contundente da autora, vemos o panorama literário da Galícia do século XIX; espacialidade à qual Rosalía se dirige, numa espécie de microcosmo, para problematizar uma sociedade fortemente patriarcal, que se amplia para além das fronteiras de sua terra.Palavras-chave: Rosalía de Castro; Literatura galega; Tradução; Crítica literária feminista.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Title: As literatas, carta à Eduarda, de Rosalía de Castro: uma tradução
Description:
O presente trabalho é uma tradução do artigo “Las literatas, carta a Eduarda”, publicado em 1865 no Almanaque de Galicia para uso de la juventud elegante y de buen tono, em língua espanhola, pela escritora Rosalía de Castro (1837-1885).
Considerada como uma das fundadoras da literatura galega, ao lado de Eduardo Pondal e Manuel Curros Enríquez, Rosalía de Castro escreveu poemas, romances e artigos para jornais.
Neste texto ora traduzido ao português, temos, por meio da estratégia ficcional da escrita epistolar, um importante material no que diz respeito à falta de reconhecimento das mulheres na literatura.
Com um tom irônico que nos permite alcançar a voz indignada e contundente da autora, vemos o panorama literário da Galícia do século XIX; espacialidade à qual Rosalía se dirige, numa espécie de microcosmo, para problematizar uma sociedade fortemente patriarcal, que se amplia para além das fronteiras de sua terra.
Palavras-chave: Rosalía de Castro; Literatura galega; Tradução; Crítica literária feminista.

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