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Editar Rachel de Queiroz: travessias do romance O Quinze
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Rachel de Queiroz atravessa os anos e vai sendo recriada por outras mãos que não as suas. O mesmo ocorre com seu primeiro romance, O Quinze, que, para além de consolidar uma pujante narrativa sobre a seca, sela como autora uma jovem que não alcançara ainda os vinte anos. Sua vida se estendeu por mais de noventa anos, com desdobramento em outras formas de escrita ao dedicar-se ao jornalismo, à crônica, à tradução. A jovem autora tornou-se uma senhora com carreira sólida e reconhecida, e sempre acompanhada por aquele romance primeiro. O trabalho de Gilberto Gilvan Souza Oliveira documenta as várias criações do livrinho e da autora, através dos anos, pelas mãos de capistas, ilustradores, revisores. Coloca em relevo os diálogos do livro com outros textos sobre a seca, com os demais livros da própria autora e com aqueles que pensavam e escreviam sobre a literatura no Brasil. E, principalmente, com quem viabilizava a existência material de um texto: os editores. Neste ponto, o historiador mostra como é incontornável analisar Rachel sem pensar a “Casa”, como era chamada a editora na qual trabalhou por décadas: a José Olympio. Ao prazer de ler a obra da escritora, este estudo propõe descobrir o prazer em acompanhar a vida de O Quinze, o objeto livro, ao longo das décadas em suas diversas edições.
Title: Editar Rachel de Queiroz: travessias do romance O Quinze
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Rachel de Queiroz atravessa os anos e vai sendo recriada por outras mãos que não as suas.
O mesmo ocorre com seu primeiro romance, O Quinze, que, para além de consolidar uma pujante narrativa sobre a seca, sela como autora uma jovem que não alcançara ainda os vinte anos.
Sua vida se estendeu por mais de noventa anos, com desdobramento em outras formas de escrita ao dedicar-se ao jornalismo, à crônica, à tradução.
A jovem autora tornou-se uma senhora com carreira sólida e reconhecida, e sempre acompanhada por aquele romance primeiro.
O trabalho de Gilberto Gilvan Souza Oliveira documenta as várias criações do livrinho e da autora, através dos anos, pelas mãos de capistas, ilustradores, revisores.
Coloca em relevo os diálogos do livro com outros textos sobre a seca, com os demais livros da própria autora e com aqueles que pensavam e escreviam sobre a literatura no Brasil.
E, principalmente, com quem viabilizava a existência material de um texto: os editores.
Neste ponto, o historiador mostra como é incontornável analisar Rachel sem pensar a “Casa”, como era chamada a editora na qual trabalhou por décadas: a José Olympio.
Ao prazer de ler a obra da escritora, este estudo propõe descobrir o prazer em acompanhar a vida de O Quinze, o objeto livro, ao longo das décadas em suas diversas edições.
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