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A VARIAÇÃO DOS VERBOS TER/HAVER EM CONSTRUÇÕES EXISTENCIAIS NO PORTUGUÊS FALADO EM GARANHUNS – PE
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A presente pesquisa tem por objetivo descrever quais condicionantes linguíticos e extralinguísticos favorecem o emprego dos verbos ter/haver em construções existenciais, utilizados em contextos informais pelos falantes da cidade de Garanhuns- PE. A pesquisa está fundamentada nos pressupostos teórico-metodológicos da Teoria da Variação Linguística, de Labov (2008 [1972]). Para tanto, selecionamos como variáveis extralinguísticas: sexo (homem e mulher), idade (15-30; 31-46 e 47-61) e escolaridade (médio e superior); e, como variáveis linguísticas: animacidade do sintagma nominal (SN) do objeto com traço animado/inanimado; e, tempo verbal (presente do indicativo, pretérito perfeito do indicativo, e pretérito imperfeito). Estipulamos um tempo médio de 10 a 15 minutos para o desenvolvimento das entrevistas, mediante ao processo de narrativas orais (Cf. LABOV; WALETZKY, 1969). Os dados desta pesquisa foram quantificados, mediante a utilização do software computacional GOLDVARB X (2005), que considera os grupos de fatores significantes para a variante estudada. Tendo em vista a escassez de pesquisas descritivistas dos usos linguísticos no Agreste Meridional pernambucano, consideramos significante a realização deste trabalho de análise e descrição de dados, que associado aos diversos estudos linguísticos da área, pode contribuir para o conhecimento de possíveis variações no português falado em Garanhuns- PE.
State University of Mato Grosso do Sul
Title: A VARIAÇÃO DOS VERBOS TER/HAVER EM CONSTRUÇÕES EXISTENCIAIS NO PORTUGUÊS FALADO EM GARANHUNS – PE
Description:
A presente pesquisa tem por objetivo descrever quais condicionantes linguíticos e extralinguísticos favorecem o emprego dos verbos ter/haver em construções existenciais, utilizados em contextos informais pelos falantes da cidade de Garanhuns- PE.
A pesquisa está fundamentada nos pressupostos teórico-metodológicos da Teoria da Variação Linguística, de Labov (2008 [1972]).
Para tanto, selecionamos como variáveis extralinguísticas: sexo (homem e mulher), idade (15-30; 31-46 e 47-61) e escolaridade (médio e superior); e, como variáveis linguísticas: animacidade do sintagma nominal (SN) do objeto com traço animado/inanimado; e, tempo verbal (presente do indicativo, pretérito perfeito do indicativo, e pretérito imperfeito).
Estipulamos um tempo médio de 10 a 15 minutos para o desenvolvimento das entrevistas, mediante ao processo de narrativas orais (Cf.
LABOV; WALETZKY, 1969).
Os dados desta pesquisa foram quantificados, mediante a utilização do software computacional GOLDVARB X (2005), que considera os grupos de fatores significantes para a variante estudada.
Tendo em vista a escassez de pesquisas descritivistas dos usos linguísticos no Agreste Meridional pernambucano, consideramos significante a realização deste trabalho de análise e descrição de dados, que associado aos diversos estudos linguísticos da área, pode contribuir para o conhecimento de possíveis variações no português falado em Garanhuns- PE.
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