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Risco nutricional de pacientes pediátricos internados em uma enfermaria
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Objetivou-se estratificar o risco nutricional dos pacientes pediátricos internados em uma enfermaria de atenção terciária. Foi utilizada a triagem nutricional de pacientes pediátricos internados na enfermaria de pediatria pelo método Strong Kids entre os meses de janeiro e novembro de 2025. Foram hospitalizadas ao total 491 pacientes pediátricos. Contabilizados 304 (61,9%) pacientes que possuíam convênio médico-hospitalar e 187 (38,1%) das quais foram internadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Obteve-se, em soma, 199 (40,5%) pacientes com baixo risco nutricional, 272 (55,4%) com médio risco e somente 20 (4,1%) tinham alto risco nutricional. Observada associação entre o tempo de internação e aumento do escore de risco nutricional. Houve ainda diferença significativa na distribuição do risco nutricional entre os pacientes de convênios e do SUS. Conclui-se que a predominância de pacientes pediátricos com médio risco nutricional indica a necessidade de implementação de protocolos de terapia nutricional suplementar na enfermaria da atenção terciária. Houve aumento do tempo de hospitalização entre os pacientes com escores nutricionais mais elevados. Crianças hospitalizadas pelo SUS apresentaram escores nutricionais mais elevados.
Title: Risco nutricional de pacientes pediátricos internados em uma enfermaria
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Objetivou-se estratificar o risco nutricional dos pacientes pediátricos internados em uma enfermaria de atenção terciária.
Foi utilizada a triagem nutricional de pacientes pediátricos internados na enfermaria de pediatria pelo método Strong Kids entre os meses de janeiro e novembro de 2025.
Foram hospitalizadas ao total 491 pacientes pediátricos.
Contabilizados 304 (61,9%) pacientes que possuíam convênio médico-hospitalar e 187 (38,1%) das quais foram internadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Obteve-se, em soma, 199 (40,5%) pacientes com baixo risco nutricional, 272 (55,4%) com médio risco e somente 20 (4,1%) tinham alto risco nutricional.
Observada associação entre o tempo de internação e aumento do escore de risco nutricional.
Houve ainda diferença significativa na distribuição do risco nutricional entre os pacientes de convênios e do SUS.
Conclui-se que a predominância de pacientes pediátricos com médio risco nutricional indica a necessidade de implementação de protocolos de terapia nutricional suplementar na enfermaria da atenção terciária.
Houve aumento do tempo de hospitalização entre os pacientes com escores nutricionais mais elevados.
Crianças hospitalizadas pelo SUS apresentaram escores nutricionais mais elevados.
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