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Intervenção fisioterapêutica em crianças com transtorno do espectro autista.

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A intervenção fisioterapêutica em crianças com TEA. Os sintomas aparecem desde a primeira infância e pode ser diagnosticado antes dos 3 anos de vida. A criança apresenta alterações de interação social, comunicação e de comportamento. Uma das áreas afetadas é a psicomotricidade, comprometendo o seu dia a dia e consequentemente a interação com as pessoas, mesmo no âmbito familiar. Essas crianças, quando diagnosticadas e tratadas de forma precoce, apresentam melhoras no seu comportamento facilitando a interação, comunicação e linguagem. A fisioterapia, por sua vez, vem com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dessas crianças, por meio de intervenções aplicadas de acordo com a necessidade de cada indivíduo. Essa pesquisa será desenvolvida a partir de uma pesquisa de campo e quantitativa, com objetivo de descrever a atuação fisioterapêutica em crianças com TEA, traçando o perfil clínico dessas crianças, observando sua evolução comparando o antes e depois da intervenção fisioterapêutica. Os dados foram coletados por meio da escala de desenvolvimento motor (EDM), de Rosa Neto, durante 4 meses, em 13 crianças com TEA que fizeram tratamento na clínica escola de fisioterapia da UNIFIP e que seus pais autorizaram. Esses dados foram analisados, tabulados e grafitados pelo SPSS. Os resultados na primeira avaliação mostram que as crianças com TEA apresentam seu desenvolvimento motor alterado observada na diferença negativa entre a idade motora com a idade cronológica. Ainda nessa avaliação 84,6% das 13 crianças eram classificadas como muito inferior, na segunda, após 2 meses de intervenção fisioterapêutica 38,5% foram classificados como normal médio e na última 53,9% como normal médio. Na segunda e terceira avaliação houve melhoras do IM, QMG e classificação. Com base nos resultados desse estudo, observa-se a melhora no QMG das crianças após a terceira avaliação pós-intervenção fisioterapêutica em crianças com TEA, usando EDM de Rosa Neto e que a classificação motora desses participantes saiu de muito inferior para normal médio, evidenciando que a intervenção fisioterapêutica, por meio da psicomotricidade, traz benefícios para as crianças com TEA, melhorando seu DNPM.
Title: Intervenção fisioterapêutica em crianças com transtorno do espectro autista.
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A intervenção fisioterapêutica em crianças com TEA.
Os sintomas aparecem desde a primeira infância e pode ser diagnosticado antes dos 3 anos de vida.
A criança apresenta alterações de interação social, comunicação e de comportamento.
Uma das áreas afetadas é a psicomotricidade, comprometendo o seu dia a dia e consequentemente a interação com as pessoas, mesmo no âmbito familiar.
Essas crianças, quando diagnosticadas e tratadas de forma precoce, apresentam melhoras no seu comportamento facilitando a interação, comunicação e linguagem.
A fisioterapia, por sua vez, vem com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dessas crianças, por meio de intervenções aplicadas de acordo com a necessidade de cada indivíduo.
Essa pesquisa será desenvolvida a partir de uma pesquisa de campo e quantitativa, com objetivo de descrever a atuação fisioterapêutica em crianças com TEA, traçando o perfil clínico dessas crianças, observando sua evolução comparando o antes e depois da intervenção fisioterapêutica.
Os dados foram coletados por meio da escala de desenvolvimento motor (EDM), de Rosa Neto, durante 4 meses, em 13 crianças com TEA que fizeram tratamento na clínica escola de fisioterapia da UNIFIP e que seus pais autorizaram.
Esses dados foram analisados, tabulados e grafitados pelo SPSS.
Os resultados na primeira avaliação mostram que as crianças com TEA apresentam seu desenvolvimento motor alterado observada na diferença negativa entre a idade motora com a idade cronológica.
Ainda nessa avaliação 84,6% das 13 crianças eram classificadas como muito inferior, na segunda, após 2 meses de intervenção fisioterapêutica 38,5% foram classificados como normal médio e na última 53,9% como normal médio.
Na segunda e terceira avaliação houve melhoras do IM, QMG e classificação.
Com base nos resultados desse estudo, observa-se a melhora no QMG das crianças após a terceira avaliação pós-intervenção fisioterapêutica em crianças com TEA, usando EDM de Rosa Neto e que a classificação motora desses participantes saiu de muito inferior para normal médio, evidenciando que a intervenção fisioterapêutica, por meio da psicomotricidade, traz benefícios para as crianças com TEA, melhorando seu DNPM.

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