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Períodos de interferência de plantas daninhas na cultura do feijão-macassar (Vigna unguiculata (L.) Walp.).
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A cultura do feijão é cultivada, em sua maior parte, pela agricultura familiar, produzida por todos os tipos de produtores com diferentes níveis tecnológicos em todas as regiões do país. Entretanto, não suporta a interferência de plantas daninhas, principalmente devido a competição por luz, nutrientes e água. Objetivou-se avaliar a convivência das plantas daninhas na produção do feijão macassar (Vigna unguiculata (L.) Walp) e analisar quais as interferências nas fases vegetativa e reprodutiva. O experimento foi desenvolvido no Município de Monteiro (PB), no Sítio Olho D´guinha na fazenda São José. Para as avaliações na fase vegetativa foram selecionadas e marcadas 10 plantas em cada tratamento, para a coleta das seguintes variáveis: altura da planta, número de folhas, diâmetro do caule, área foliar da planta. Nas avaliações da fase reprodutiva, foram selecionadas e marcadas 10 plantas dentro da área útil de cada parcela. Foram avaliadas as seguintes variáveis: comprimento de vagens, número de vagens e de flores, peso das sementes e produtividade. Para as variáveis da fase vegetativa, verificou-se que aos 49 dias os valores encontrados foram superiores aos períodos que antecederam, havendo diferença significativa entre todos os tratamentos e variáveis analisadas, destacando-se o tratamento T2 (21 dias de convivência com plantas daninhas) que apresentou os menores valores para: altura de plantas, número de folhas, diâmetro de caule e área foliar. Em relação a fase reprodutiva, observou-se que não houve diferença entre o número de flores aos 56 dias. O menor valor do comprimento de vagem foi identificado no tratamento T9 (70 dias de convivência com plantas daninhas) aos 70 dias, quando comparados aos períodos que permaneceram até 14 dias (T0 e T1). Para as variáveis número de sementes por vagem e produtividade, o tratamento T0 (7 dias de convivência com plantas daninhas) apresentou os melhores resultados. Assim, concluiu-se que quanto maior o tempo de convivência entre plantas daninhas e a cultura do feijão, maior será a interferência nas características de crescimento e produção.
Title: Períodos de interferência de plantas daninhas na cultura do feijão-macassar (Vigna unguiculata (L.) Walp.).
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A cultura do feijão é cultivada, em sua maior parte, pela agricultura familiar, produzida por todos os tipos de produtores com diferentes níveis tecnológicos em todas as regiões do país.
Entretanto, não suporta a interferência de plantas daninhas, principalmente devido a competição por luz, nutrientes e água.
Objetivou-se avaliar a convivência das plantas daninhas na produção do feijão macassar (Vigna unguiculata (L.
) Walp) e analisar quais as interferências nas fases vegetativa e reprodutiva.
O experimento foi desenvolvido no Município de Monteiro (PB), no Sítio Olho D´guinha na fazenda São José.
Para as avaliações na fase vegetativa foram selecionadas e marcadas 10 plantas em cada tratamento, para a coleta das seguintes variáveis: altura da planta, número de folhas, diâmetro do caule, área foliar da planta.
Nas avaliações da fase reprodutiva, foram selecionadas e marcadas 10 plantas dentro da área útil de cada parcela.
Foram avaliadas as seguintes variáveis: comprimento de vagens, número de vagens e de flores, peso das sementes e produtividade.
Para as variáveis da fase vegetativa, verificou-se que aos 49 dias os valores encontrados foram superiores aos períodos que antecederam, havendo diferença significativa entre todos os tratamentos e variáveis analisadas, destacando-se o tratamento T2 (21 dias de convivência com plantas daninhas) que apresentou os menores valores para: altura de plantas, número de folhas, diâmetro de caule e área foliar.
Em relação a fase reprodutiva, observou-se que não houve diferença entre o número de flores aos 56 dias.
O menor valor do comprimento de vagem foi identificado no tratamento T9 (70 dias de convivência com plantas daninhas) aos 70 dias, quando comparados aos períodos que permaneceram até 14 dias (T0 e T1).
Para as variáveis número de sementes por vagem e produtividade, o tratamento T0 (7 dias de convivência com plantas daninhas) apresentou os melhores resultados.
Assim, concluiu-se que quanto maior o tempo de convivência entre plantas daninhas e a cultura do feijão, maior será a interferência nas características de crescimento e produção.
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