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INCIDÊNCIA DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA NOS HOSPITAIS BRASILEIROS: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO
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Introdução: A insuficiência cardíaca (IC) é um doença de caráter crônico, arrastado e progressivo causada pela inefetividade do miocárdio em bombear sangue rico em oxigênio necessário para a realização das atividades do corpo e órgãos vitais. A IC afeta a qualidade de vida de mais de 26 milhões de pessoas em todo o mundo e, por isso, é considerada um problema de saúde pública. Esse artigo objetiva trazer uma análise quantitativa e temporal sobre as características epidemiológicas da IC no período de Janeiro de 2013 a Dezembro de 2023. Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico embasados a partir dos dados do departamento de informação de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde). As variáveis utilizadas foram: internações hospitalares, taxa de mortalidade, óbitos, faixa etária, sexo, caráter de atendimento e macrorregião de saúde, organizadas de acordo com o número de óbitos no decorrer dos anos, nas diferentes regiões. Ademais foi realizada uma revisão de literatura para embasar o estudo, utilizando as bases de dados: Science Direct, Medline, Pubmed, Lilacs e SciElo. Os descritores utilizados foram: Insuficiência cardíaca, epidemiologia e morbimortalidade. Resultados: 49.229 internações ocorreram por Insuficiência cardíaca entre indivíduos de menos de 1 ano a 80 e mais anos de idade, de ambos os sexos e de todas as regiões do Brasil. Ainda que a região Nordeste tenha sido a mais notificada quanto a quantidade de internações, a região Sul foi a região que obteve mais gastos hospitalares no país. A maior faixa-etária acometida foi entre 50 e 59 anos, sendo o ano de 2022 o campeão no número total de internações do período analisado. O número de óbitos foi maior na região Nordeste (46,5% dos casos). O sexo masculino foi o gênero mais afetado por essa patologia. Em relação à etnia, mais pacientes brancos são internados. Conclusão: a realização destes estudos é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao diagnóstico, tratamento e notificação adequada dos casos de Insuficiência Cardíaca no país. Por tratar-se de um estudo baseado em dados secundários, algumas limitações se fazem presentes, portanto, mais estudos epidemiológicos devem ser conduzidos.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Mônica Juliana Guimarães Silva
Nayra Reis
Giovanna Casella Monzini Rosas
Rafael Joseph Macedo Paradis
João Pedro Pereira de Brito
Karen Mirelle Loula
Gabriela Dourado Mendonça
João Vitor Watanabe Dourado
Ian De Souza Brito
Victor Souza Nobre
Flávia Milene De Souza Nobre
Suellen Cristina Atanazio Santos
Daniele Martins de Lima Oliveira
Title: INCIDÊNCIA DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA NOS HOSPITAIS BRASILEIROS: UM ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO
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Introdução: A insuficiência cardíaca (IC) é um doença de caráter crônico, arrastado e progressivo causada pela inefetividade do miocárdio em bombear sangue rico em oxigênio necessário para a realização das atividades do corpo e órgãos vitais.
A IC afeta a qualidade de vida de mais de 26 milhões de pessoas em todo o mundo e, por isso, é considerada um problema de saúde pública.
Esse artigo objetiva trazer uma análise quantitativa e temporal sobre as características epidemiológicas da IC no período de Janeiro de 2013 a Dezembro de 2023.
Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico embasados a partir dos dados do departamento de informação de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde).
As variáveis utilizadas foram: internações hospitalares, taxa de mortalidade, óbitos, faixa etária, sexo, caráter de atendimento e macrorregião de saúde, organizadas de acordo com o número de óbitos no decorrer dos anos, nas diferentes regiões.
Ademais foi realizada uma revisão de literatura para embasar o estudo, utilizando as bases de dados: Science Direct, Medline, Pubmed, Lilacs e SciElo.
Os descritores utilizados foram: Insuficiência cardíaca, epidemiologia e morbimortalidade.
Resultados: 49.
229 internações ocorreram por Insuficiência cardíaca entre indivíduos de menos de 1 ano a 80 e mais anos de idade, de ambos os sexos e de todas as regiões do Brasil.
Ainda que a região Nordeste tenha sido a mais notificada quanto a quantidade de internações, a região Sul foi a região que obteve mais gastos hospitalares no país.
A maior faixa-etária acometida foi entre 50 e 59 anos, sendo o ano de 2022 o campeão no número total de internações do período analisado.
O número de óbitos foi maior na região Nordeste (46,5% dos casos).
O sexo masculino foi o gênero mais afetado por essa patologia.
Em relação à etnia, mais pacientes brancos são internados.
Conclusão: a realização destes estudos é essencial para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao diagnóstico, tratamento e notificação adequada dos casos de Insuficiência Cardíaca no país.
Por tratar-se de um estudo baseado em dados secundários, algumas limitações se fazem presentes, portanto, mais estudos epidemiológicos devem ser conduzidos.
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