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JOHNNY BRAVO EM: JOHNNY BRAVO E O HOMEM CARNAVALIZADO

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O presente artigo se propõe a analisar, fundamentado na Análise Dialógica do Discurso (ADD), a personagem da série televisiva de animação Johnny Bravo como signo ideológico carnavalizado de representações masculinas. Para o embasamento desta proposta, perscrutar-se-á a noção de signo como reflexo e refração do meio social que o cria, e ideologia, como conjunto cultural, econômico e social que pode referir-se tanto à classe dominante (oficial) quanto à oprimida (não-oficial), sendo a dialogia o mecanismo da carnavalização. Os objetos de análise se referem aos 13 episódios da primeira temporada da animação. O critério metodológico foi, tanto a reiteração de traços definidores da identidade do protagonista, constituída na interação com outros sujeitos, quanto o diálogo com enunciados recorrentes na sociedade que reverberam as vozes sociais da personagem da animação. Nesse sentido, o cotejo como procedimento metodológico impulsionou a reflexão desta escrita e foi feito a partir de publicações de homens e para homens, nas mídias (revistas e Facebook, de 2010 a 2020). A justificativa da análise decorre da relevância da arte e da mídia como críticas, em movimento dialético-dialógico. O resultado se volta à crítica pela ridicularização acerca de determinadas representações de masculinidade que reforçam estereótipos tóxicos e corroboram o machismo.
Title: JOHNNY BRAVO EM: JOHNNY BRAVO E O HOMEM CARNAVALIZADO
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O presente artigo se propõe a analisar, fundamentado na Análise Dialógica do Discurso (ADD), a personagem da série televisiva de animação Johnny Bravo como signo ideológico carnavalizado de representações masculinas.
Para o embasamento desta proposta, perscrutar-se-á a noção de signo como reflexo e refração do meio social que o cria, e ideologia, como conjunto cultural, econômico e social que pode referir-se tanto à classe dominante (oficial) quanto à oprimida (não-oficial), sendo a dialogia o mecanismo da carnavalização.
Os objetos de análise se referem aos 13 episódios da primeira temporada da animação.
O critério metodológico foi, tanto a reiteração de traços definidores da identidade do protagonista, constituída na interação com outros sujeitos, quanto o diálogo com enunciados recorrentes na sociedade que reverberam as vozes sociais da personagem da animação.
Nesse sentido, o cotejo como procedimento metodológico impulsionou a reflexão desta escrita e foi feito a partir de publicações de homens e para homens, nas mídias (revistas e Facebook, de 2010 a 2020).
A justificativa da análise decorre da relevância da arte e da mídia como críticas, em movimento dialético-dialógico.
O resultado se volta à crítica pela ridicularização acerca de determinadas representações de masculinidade que reforçam estereótipos tóxicos e corroboram o machismo.

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