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Aspectos da fluência da fala em crianças com e sem desvio fonológico evolutivo
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OBJETIVO: descrever e comparar os padrões de fluência da fala de crianças com e sem desvio fonológico evolutivo. MÉTODOS: a amostra foi constituída de 20 sujeitos com idades entre 4:6 e 7:6 anos, sendo 10 crianças com diagnóstico de desvio fonológico evolutivo e 10 com desenvolvimento fonológico típico. Os sujeitos de ambos os grupos foram submetidos a uma avaliação da fluência da fala que faz parte do Teste de Linguagem Infantil-ABFW. Com base neste protocolo, analisaram-se as tipologias das rupturas do fluxo de fala, as quais são classificadas como disfluências comuns e disfluências gagas. Foi realizado o cálculo da freqüência de rupturas da fala e da porcentagem de disfluências gagas. Por meio deste teste também se analisou a velocidade de fala, medindo-se o fluxo de palavras e de sílabas por minuto. RESULTADOS: não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos quanto às variáveis analisadas. Contudo, pode-se perceber que o grupo com desvio fonológico evolutivo apresentou maiores médias do que o grupo com desenvolvimento fonológico típico na maioria das variáveis, com exceção do fluxo de sílabas e palavras por minuto. Quanto à velocidade de fala, no que se refere ao fluxo de sílabas por minuto houve uma tendência de um menor fluxo no grupo com desvio fonológico evolutivo. CONCLUSÃO: no grupo estudado, crianças com desvios fonológicos evolutivos e crianças com desenvolvimento fonológico típico não diferem quanto aos aspectos de fluência de suas falas.
Title: Aspectos da fluência da fala em crianças com e sem desvio fonológico evolutivo
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OBJETIVO: descrever e comparar os padrões de fluência da fala de crianças com e sem desvio fonológico evolutivo.
MÉTODOS: a amostra foi constituída de 20 sujeitos com idades entre 4:6 e 7:6 anos, sendo 10 crianças com diagnóstico de desvio fonológico evolutivo e 10 com desenvolvimento fonológico típico.
Os sujeitos de ambos os grupos foram submetidos a uma avaliação da fluência da fala que faz parte do Teste de Linguagem Infantil-ABFW.
Com base neste protocolo, analisaram-se as tipologias das rupturas do fluxo de fala, as quais são classificadas como disfluências comuns e disfluências gagas.
Foi realizado o cálculo da freqüência de rupturas da fala e da porcentagem de disfluências gagas.
Por meio deste teste também se analisou a velocidade de fala, medindo-se o fluxo de palavras e de sílabas por minuto.
RESULTADOS: não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos quanto às variáveis analisadas.
Contudo, pode-se perceber que o grupo com desvio fonológico evolutivo apresentou maiores médias do que o grupo com desenvolvimento fonológico típico na maioria das variáveis, com exceção do fluxo de sílabas e palavras por minuto.
Quanto à velocidade de fala, no que se refere ao fluxo de sílabas por minuto houve uma tendência de um menor fluxo no grupo com desvio fonológico evolutivo.
CONCLUSÃO: no grupo estudado, crianças com desvios fonológicos evolutivos e crianças com desenvolvimento fonológico típico não diferem quanto aos aspectos de fluência de suas falas.
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