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Terapia Gênica em Oncologia Ginecológica: Vetores Virais e Resultados Iniciais
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O tratamento do câncer ginecológico, compreendendo neoplasias de colo uterino, endométrio e ovário, tem enfrentado limitações terapêuticas significativas com as abordagens convencionais como quimioterapia e radioterapia, especialmente em estádios avançados ou recidivantes. A terapia gênica, utilizando vetores virais para a entrega dirigida de material genético, surge como uma estratégia inovadora capaz de induzir a morte celular programada, inibir a angiogênese tumoral ou reverter a imortalidade celular. A manipulação de vetores, como adenovírus e lentivírus, permite que genes terapêuticos sejam expressos especificamente nas células neoplásicas, oferecendo uma precisão que os quimioterápicos sistêmicos não alcançam. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão sistemática da literatura brasileira sobre o uso de vetores virais na terapia gênica aplicada à oncologia ginecológica e analisar seus resultados clínicos iniciais. A metodologia baseou-se em uma análise bibliográfica de estudos nacionais e publicações acadêmicas entre 2016 e 2026 nas bases SciELO e BVS. Os resultados indicam que, embora promissora, a terapia ainda enfrenta desafios relacionados à segurança imunológica dos vetores e à eficiência de transdução in vivo, apresentando resultados iniciais focados principalmente em modelos pré-clínicos e ensaios de fase I. Conclui-se que a terapia gênica representa o futuro do tratamento oncológico ginecológico, demandando investimentos contínuos em pesquisa translacional para superar as barreiras biológicas e imunológicas que ainda impedem sua aplicação clínica rotineira.
Title: Terapia Gênica em Oncologia Ginecológica: Vetores Virais e Resultados Iniciais
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O tratamento do câncer ginecológico, compreendendo neoplasias de colo uterino, endométrio e ovário, tem enfrentado limitações terapêuticas significativas com as abordagens convencionais como quimioterapia e radioterapia, especialmente em estádios avançados ou recidivantes.
A terapia gênica, utilizando vetores virais para a entrega dirigida de material genético, surge como uma estratégia inovadora capaz de induzir a morte celular programada, inibir a angiogênese tumoral ou reverter a imortalidade celular.
A manipulação de vetores, como adenovírus e lentivírus, permite que genes terapêuticos sejam expressos especificamente nas células neoplásicas, oferecendo uma precisão que os quimioterápicos sistêmicos não alcançam.
O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão sistemática da literatura brasileira sobre o uso de vetores virais na terapia gênica aplicada à oncologia ginecológica e analisar seus resultados clínicos iniciais.
A metodologia baseou-se em uma análise bibliográfica de estudos nacionais e publicações acadêmicas entre 2016 e 2026 nas bases SciELO e BVS.
Os resultados indicam que, embora promissora, a terapia ainda enfrenta desafios relacionados à segurança imunológica dos vetores e à eficiência de transdução in vivo, apresentando resultados iniciais focados principalmente em modelos pré-clínicos e ensaios de fase I.
Conclui-se que a terapia gênica representa o futuro do tratamento oncológico ginecológico, demandando investimentos contínuos em pesquisa translacional para superar as barreiras biológicas e imunológicas que ainda impedem sua aplicação clínica rotineira.
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