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Representações de estudantes de pedagogia sobre sexualidade: Construindo scripts sexuais
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Este livro surge como resultado de uma pesquisa de doutorado na área de educação em saúde e educação em sexualidade, realizada pelo Programa de Pós-Gradução Educação e Saúde na Infância e na Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A organização dos capítulos obedeceu a ordem de uma tese de doutorado. Foi realizado uma pesquisa qualitativa e teve como objetivo compreender as representações sociais sexuais representados pelos estudantes do curso de pedagogia, descobrir a compreensão dos estudantes sobre o conteúdo sexualidade no currículo de formação de pedagogos e conhecer as representações sociais dos estudantes sobre a educação em sexualidade no currículo escolar. Participaram do estudo 22 discentes do curso de pedagogia, do sexo feminino e masculino, com idade entre 19 anos e 54 anos. O local do estudo foi realizado no município de Guarulhos sendo que 11 discentes estavam no curso de pedagogia da Universidade Federal de São Paulo e os outros 11 discentes eram da Universidade de Guarulhos. Como aporte teórico-metodológico utilizou-se a Teoria das Representações Sociais e o Teoria dos Scripts Sexuais. As narrativas foram organizadas em oito temas: Diversidades sexuais; Violências de gênero; Caminhos para o conhecimento; Desenvolvimento da sexualidade humana; Violência sexual infantil; Pais x educadores: no âmbito do medo; Formação continuada e Fluidez das gerações. O estudo conclui que para os discentes as representações sobre sexualidade estão baseadas principalmente na questão da orientação sexual, diversidade sexual e desenvolvimento da sexualidade, A sexualidade é representada pela maioria como processo de conhecimento, saber quais são os seus íntimos desejos e uma forme de empoderamento. Os/as discentes consomem ainda muito do que é dito pelo senso comum. Mesmo representados pelos/as estudantes conveniente às expectativas sociais desejadas, ou seja, as práticas sexuais são conduzidas dentro da lógica da heteronormatividade. A principal representação que dos/as estudantes têm sobre educação em sexualidade no currículo escolar foi marcada pelo medo e a censura. A formação continuada é percebida como uma forma de obter conhecimento, mesmo que tardio, para terem ferramentas para trabalhar educação em sexualidade nas escolas.
Universidade Federal de São Paulo
Title: Representações de estudantes de pedagogia sobre sexualidade: Construindo scripts sexuais
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Este livro surge como resultado de uma pesquisa de doutorado na área de educação em saúde e educação em sexualidade, realizada pelo Programa de Pós-Gradução Educação e Saúde na Infância e na Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A organização dos capítulos obedeceu a ordem de uma tese de doutorado.
Foi realizado uma pesquisa qualitativa e teve como objetivo compreender as representações sociais sexuais representados pelos estudantes do curso de pedagogia, descobrir a compreensão dos estudantes sobre o conteúdo sexualidade no currículo de formação de pedagogos e conhecer as representações sociais dos estudantes sobre a educação em sexualidade no currículo escolar.
Participaram do estudo 22 discentes do curso de pedagogia, do sexo feminino e masculino, com idade entre 19 anos e 54 anos.
O local do estudo foi realizado no município de Guarulhos sendo que 11 discentes estavam no curso de pedagogia da Universidade Federal de São Paulo e os outros 11 discentes eram da Universidade de Guarulhos.
Como aporte teórico-metodológico utilizou-se a Teoria das Representações Sociais e o Teoria dos Scripts Sexuais.
As narrativas foram organizadas em oito temas: Diversidades sexuais; Violências de gênero; Caminhos para o conhecimento; Desenvolvimento da sexualidade humana; Violência sexual infantil; Pais x educadores: no âmbito do medo; Formação continuada e Fluidez das gerações.
O estudo conclui que para os discentes as representações sobre sexualidade estão baseadas principalmente na questão da orientação sexual, diversidade sexual e desenvolvimento da sexualidade, A sexualidade é representada pela maioria como processo de conhecimento, saber quais são os seus íntimos desejos e uma forme de empoderamento.
Os/as discentes consomem ainda muito do que é dito pelo senso comum.
Mesmo representados pelos/as estudantes conveniente às expectativas sociais desejadas, ou seja, as práticas sexuais são conduzidas dentro da lógica da heteronormatividade.
A principal representação que dos/as estudantes têm sobre educação em sexualidade no currículo escolar foi marcada pelo medo e a censura.
A formação continuada é percebida como uma forma de obter conhecimento, mesmo que tardio, para terem ferramentas para trabalhar educação em sexualidade nas escolas.
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