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CAROLINA MARIA DE JESUS ESCREVIVÊNCIAS: ESPAÇOS FEMININOS DE LINGUAGEM, DE RESISTÊNCIAS E MEMÓRIAS.
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Essa pesquisa será baseada em analisar a experiência de Carolina Maria de Jesus, a partir da leitura de trechos do livro Quarto de Despejo- Diário de uma Favelada, e realizar a escuta de mulheres negras moradoras de Cuiabá, transcrevendo suas vivências e seus conhecimentos sobre os encontros em que suas próprias histórias se entrelaçam com a história de Carolina Maria de Jesus
A importância desse trabalho para obtenção e conclusão do Curso de Especialização em Estudos e Práticas de Cultura do IFMT é primeiramente por ser mulher negra urbana, com formação na área de linguagem com Licenciatura Plena em Educação Física e reconhecer as dificuldades que mulheres negras passam no campo teórico e acadêmico.
A primeira ideia, está fortemente enraizada nas experiências de vida como ativista e militante de movimento liderado por mulheres negras com o nome de Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (IMUNE-MT).
O IMUNE é uma organização social (OSCIP) sem fins lucrativos, apartidária, com sede em Cuiabá e atuação em todo o estado de Mato Grosso, que fomenta e promove ações afirmativas nas áreas de educação, cultura, saúde, direitos humanos e empreendedorismo; utilizando-se de parcerias com coletivos, ONG's, associações, redes, grupos culturais, movimentos sociais, sindicatos, escolas, empresas privadas e instituições públicas (IMUNE, 2002).
Foi fundado em 2002 por Antonieta Luísa Costa e legalmente instituído em 2007. Várias foram as conquistas, todas importantes sendo uma delas, em 2022, a lei Municipal 6.762, decretada pelo Poder Executivo, declarou o IMUNE como uma entidade de utilidade pública municipal e, desde então, o instituto vem fomentando ações afirmativas em diversas áreas já mencionadas.
O contexto atual de atuação política envolve lideranças indígenas e quilombolas em Mato Grosso em conjunto com outros movimentos sociais, que estão na luta contra opressões e as vulnerabilidades sociais deste povo.
Somado a tudo isso, me sinto de maneira particular, de acordo com minha própria trajetória que se converge com a do IMUNE, tocada e corresponsável em expandir esse conhecimento para as“sociedades”com um único objetivo reconhecer e reverenciar uma mulher escritora negra da periferia, que sem estrutura e sem leitura em 1960 se atreveu a escrever obras consagradas na literatura brasileira, sendo (O Quarto de Despejo Diário de uma Favelada) que deu início ao seu protagonismo como uma das maiores escritoras negras do Brasil.
Construir uma narrativa apartir dessa experiência impulsiona o desenvolvimento desse trabalho e levar adiante o meu lugar de fala e me encorajaa usar minha própria história de vida numa sociedade onde esse nome: CAROLINA representa a minha ancestralidade e ressignificação de pertencimento, força e produção científica.
Somado ao contexto atual, reitero que através desse trabalho seja possível promover o conhecimento e melhor aproveitamento do espaço criado e pensado por militantes negras com o objetivo de dar acesso à leitura que contemple todas as pessoas, com literatura que abranjam os públicos infanto-juvenil e adultos.
A escolha do tema da Afroteca, se dá a partir do momento onde há o reconhecimento de pertença, pois, ainda que eu seja uma mulher negra que hoje ocupa vários lugares sociais importantes, como militante, Mãe, professora, membra do IMUNE e, atualmente estou presidenta do CEDM – Conselho Estadual de Direitos da Mulher, a pauta do racismo ainda me atravessa de forma mais incisiva, e enquanto militante, meu compromisso primordial é fortalecer meus pares com o que me fortaleceu na minha jornada, a inspiração que a leitura de autoras negras me trouxe, é importantíssima para as pessoas negras, e também sensibilizar as pessoas não negras para esta temática.
A Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus, se torna assim, um espaço de promoção de igualdade racial e de construção do conhecimento, compartilhando escrevivências, comprometida com o combate ao racismo e inclusão social, trabalhando em coletividade ,e multidisciplinariedade, pois, em situações oportunas, ao levar a Afroteca e seu acervo, eu complemento com a Mostra dos Orixás e entidades da Umbanda, confeccionadas artesanalmente por membras e colaboradoras do IMUNE.
O projeto da Afroteca foi aprovado no Edital MT Nascentes, pela Lei Aldir Blanc, no segmento de implantação de bibliotecas comunitárias e consiste em compor acervo bibliográfico temático, que permita à população cuiabana e mato-grossense obter dados, acessar pesquisas, conhecer e reconhecer as contribuições de intelectuais negros e negras nas diversas áreas do conhecimento.
A partir disso, a Afroteca nasce com incentivo financeiro de uma política pública da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (SECEL-MT) sendo assim efetivada na prática com ampliação e acessos da proposta.
A Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus inaugurou-se em 03 de março de 2021, durante a pandemia mundial por COVID-19, com todo o percalço dessa limitação sanitária que dificultava as visitas presenciais, a inauguração sucedeu-se seguindo os protocolos de higiene e uso de máscaras a fim de evitar propagação do vírus.
Com o princípio de irmandade e solidariedade, a organização mobiliza seus integrantes para ajudar uns aos outros. Diante desse cenário da pandemia, de muitas perdas, sofrimento e dor, o IMUNE entende que somente com a consciência, a educação e a solidariedade, junto com as tecnologias ancestrais é possível impulsionar as mudanças sociais que romperão com o racismo estrutural presente na sociedade.
Contudo, notou-se que com o decorrer do tempo, após a abertura das atividades presenciais, que o espaço da Afroteca não estava tendo seu objetivo cumprido, pois as visitas das pessoas na Casa das Pretas não contemplavam a permanência para a prática das leituras como proposto. Nesse sentido, fez-se necessário um chamamento social, com ênfase na importância da permanência e uso das literaturas disponíveis para conhecimento das pessoas que frequentam o espaço.
Para isso se tornar possível, é necessário ampliar os canais de divulgação da Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus e seu conteúdo, sobre como utilizar o acervo disponível, empréstimos e possíveis rodas de conversas para debates. Trazendo informações sobre os livros em vídeos de curta duração com resenhas divulgados em redes sociais ou canais do Youtube, convidando as pessoas para leituras e dispondo os exemplares do acervo da Afrotecapara empréstimos.
Nesse sentido, conforme afirma MOREIRA (2017), pensar como uma negra implica o reconhecimento da minha condição de membro de um grupo social subalternizado por séculos em que as heranças coloniais se repercutem em dias atuais, remetem conhecimento aos que sempre foram beneficiados por esse sistema.
‘‘... É expressar descrença na doutrina liberal do individualismo, pensar a igualdade a partir de uma perspectiva transformadora, apontar os problemas com a defesa da neutralidade e da objetividade, uma característica do positivismo ingênuo e estratégico que caracteriza a interpretação da igualdade em muitas políticas de ações afirmativas...” [p.396]
Ainda nesse debate acerca da expressão cultural do povo preto, DAVIS (2019), afirma que, esses “mal-entendidos” – apagamentos e criminalizações propositais, são suposições racistas por si só, a suposição de inferioridade cultural e cientifica, em última análise, para nós trabalha como elemento de desvantagem que ratifica o ideal do colonizador, p. 57.
Viabilizar esse trabalho, portanto, significa, reconhecer esse espaço de luta, pensado para a sociedade como uma forma proporcionar visibilidade às pessoas pretas que frequentam e se aquilombam no IMUNE - a partir desse estudo: “Carolina Maria de Jesus - Escrevivências: espaços femininos de linguagem, de resistências e memórias”. De forma a manter viva a memória e voz da Carolina, que à sua maneira tanto fez, usando a leitura e escrita como forma de existir e resistir. NASCIMENTO (1989, p. 140) apud Souto, que define aquilombamento como:
“.... Um continumm cultural de aglutinação, compreendendo quilombo em seu sentido ideológico, no sentido de agregação, comunidade e resistência pelo reconhecimento da humanidade e preservação dos símbolos culturais do povo negro....”
Para EVARISTO, (2016), o ato de aquilombar-se é uma escolha política em si próprio, diferenciando-se de agrupamentos de guetos e favelas ou periferias, pois estes são imposições sociais excludentes que evidenciam o racismo estrutural, já o aquilombamento traz à memória coletiva a preservação das subjetividades que é também o signo de escrivivência de acordo com as individualidades na expressão coletiva.
Title: CAROLINA MARIA DE JESUS ESCREVIVÊNCIAS: ESPAÇOS FEMININOS DE LINGUAGEM, DE RESISTÊNCIAS E MEMÓRIAS.
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Essa pesquisa será baseada em analisar a experiência de Carolina Maria de Jesus, a partir da leitura de trechos do livro Quarto de Despejo- Diário de uma Favelada, e realizar a escuta de mulheres negras moradoras de Cuiabá, transcrevendo suas vivências e seus conhecimentos sobre os encontros em que suas próprias histórias se entrelaçam com a história de Carolina Maria de Jesus
A importância desse trabalho para obtenção e conclusão do Curso de Especialização em Estudos e Práticas de Cultura do IFMT é primeiramente por ser mulher negra urbana, com formação na área de linguagem com Licenciatura Plena em Educação Física e reconhecer as dificuldades que mulheres negras passam no campo teórico e acadêmico.
A primeira ideia, está fortemente enraizada nas experiências de vida como ativista e militante de movimento liderado por mulheres negras com o nome de Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (IMUNE-MT).
O IMUNE é uma organização social (OSCIP) sem fins lucrativos, apartidária, com sede em Cuiabá e atuação em todo o estado de Mato Grosso, que fomenta e promove ações afirmativas nas áreas de educação, cultura, saúde, direitos humanos e empreendedorismo; utilizando-se de parcerias com coletivos, ONG's, associações, redes, grupos culturais, movimentos sociais, sindicatos, escolas, empresas privadas e instituições públicas (IMUNE, 2002).
Foi fundado em 2002 por Antonieta Luísa Costa e legalmente instituído em 2007.
Várias foram as conquistas, todas importantes sendo uma delas, em 2022, a lei Municipal 6.
762, decretada pelo Poder Executivo, declarou o IMUNE como uma entidade de utilidade pública municipal e, desde então, o instituto vem fomentando ações afirmativas em diversas áreas já mencionadas.
O contexto atual de atuação política envolve lideranças indígenas e quilombolas em Mato Grosso em conjunto com outros movimentos sociais, que estão na luta contra opressões e as vulnerabilidades sociais deste povo.
Somado a tudo isso, me sinto de maneira particular, de acordo com minha própria trajetória que se converge com a do IMUNE, tocada e corresponsável em expandir esse conhecimento para as“sociedades”com um único objetivo reconhecer e reverenciar uma mulher escritora negra da periferia, que sem estrutura e sem leitura em 1960 se atreveu a escrever obras consagradas na literatura brasileira, sendo (O Quarto de Despejo Diário de uma Favelada) que deu início ao seu protagonismo como uma das maiores escritoras negras do Brasil.
Construir uma narrativa apartir dessa experiência impulsiona o desenvolvimento desse trabalho e levar adiante o meu lugar de fala e me encorajaa usar minha própria história de vida numa sociedade onde esse nome: CAROLINA representa a minha ancestralidade e ressignificação de pertencimento, força e produção científica.
Somado ao contexto atual, reitero que através desse trabalho seja possível promover o conhecimento e melhor aproveitamento do espaço criado e pensado por militantes negras com o objetivo de dar acesso à leitura que contemple todas as pessoas, com literatura que abranjam os públicos infanto-juvenil e adultos.
A escolha do tema da Afroteca, se dá a partir do momento onde há o reconhecimento de pertença, pois, ainda que eu seja uma mulher negra que hoje ocupa vários lugares sociais importantes, como militante, Mãe, professora, membra do IMUNE e, atualmente estou presidenta do CEDM – Conselho Estadual de Direitos da Mulher, a pauta do racismo ainda me atravessa de forma mais incisiva, e enquanto militante, meu compromisso primordial é fortalecer meus pares com o que me fortaleceu na minha jornada, a inspiração que a leitura de autoras negras me trouxe, é importantíssima para as pessoas negras, e também sensibilizar as pessoas não negras para esta temática.
A Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus, se torna assim, um espaço de promoção de igualdade racial e de construção do conhecimento, compartilhando escrevivências, comprometida com o combate ao racismo e inclusão social, trabalhando em coletividade ,e multidisciplinariedade, pois, em situações oportunas, ao levar a Afroteca e seu acervo, eu complemento com a Mostra dos Orixás e entidades da Umbanda, confeccionadas artesanalmente por membras e colaboradoras do IMUNE.
O projeto da Afroteca foi aprovado no Edital MT Nascentes, pela Lei Aldir Blanc, no segmento de implantação de bibliotecas comunitárias e consiste em compor acervo bibliográfico temático, que permita à população cuiabana e mato-grossense obter dados, acessar pesquisas, conhecer e reconhecer as contribuições de intelectuais negros e negras nas diversas áreas do conhecimento.
A partir disso, a Afroteca nasce com incentivo financeiro de uma política pública da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer de Mato Grosso (SECEL-MT) sendo assim efetivada na prática com ampliação e acessos da proposta.
A Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus inaugurou-se em 03 de março de 2021, durante a pandemia mundial por COVID-19, com todo o percalço dessa limitação sanitária que dificultava as visitas presenciais, a inauguração sucedeu-se seguindo os protocolos de higiene e uso de máscaras a fim de evitar propagação do vírus.
Com o princípio de irmandade e solidariedade, a organização mobiliza seus integrantes para ajudar uns aos outros.
Diante desse cenário da pandemia, de muitas perdas, sofrimento e dor, o IMUNE entende que somente com a consciência, a educação e a solidariedade, junto com as tecnologias ancestrais é possível impulsionar as mudanças sociais que romperão com o racismo estrutural presente na sociedade.
Contudo, notou-se que com o decorrer do tempo, após a abertura das atividades presenciais, que o espaço da Afroteca não estava tendo seu objetivo cumprido, pois as visitas das pessoas na Casa das Pretas não contemplavam a permanência para a prática das leituras como proposto.
Nesse sentido, fez-se necessário um chamamento social, com ênfase na importância da permanência e uso das literaturas disponíveis para conhecimento das pessoas que frequentam o espaço.
Para isso se tornar possível, é necessário ampliar os canais de divulgação da Afroteca Comunitária Carolina Maria de Jesus e seu conteúdo, sobre como utilizar o acervo disponível, empréstimos e possíveis rodas de conversas para debates.
Trazendo informações sobre os livros em vídeos de curta duração com resenhas divulgados em redes sociais ou canais do Youtube, convidando as pessoas para leituras e dispondo os exemplares do acervo da Afrotecapara empréstimos.
Nesse sentido, conforme afirma MOREIRA (2017), pensar como uma negra implica o reconhecimento da minha condição de membro de um grupo social subalternizado por séculos em que as heranças coloniais se repercutem em dias atuais, remetem conhecimento aos que sempre foram beneficiados por esse sistema.
‘‘.
É expressar descrença na doutrina liberal do individualismo, pensar a igualdade a partir de uma perspectiva transformadora, apontar os problemas com a defesa da neutralidade e da objetividade, uma característica do positivismo ingênuo e estratégico que caracteriza a interpretação da igualdade em muitas políticas de ações afirmativas.
” [p.
396]
Ainda nesse debate acerca da expressão cultural do povo preto, DAVIS (2019), afirma que, esses “mal-entendidos” – apagamentos e criminalizações propositais, são suposições racistas por si só, a suposição de inferioridade cultural e cientifica, em última análise, para nós trabalha como elemento de desvantagem que ratifica o ideal do colonizador, p.
57.
Viabilizar esse trabalho, portanto, significa, reconhecer esse espaço de luta, pensado para a sociedade como uma forma proporcionar visibilidade às pessoas pretas que frequentam e se aquilombam no IMUNE - a partir desse estudo: “Carolina Maria de Jesus - Escrevivências: espaços femininos de linguagem, de resistências e memórias”.
De forma a manter viva a memória e voz da Carolina, que à sua maneira tanto fez, usando a leitura e escrita como forma de existir e resistir.
NASCIMENTO (1989, p.
140) apud Souto, que define aquilombamento como:
“.
Um continumm cultural de aglutinação, compreendendo quilombo em seu sentido ideológico, no sentido de agregação, comunidade e resistência pelo reconhecimento da humanidade e preservação dos símbolos culturais do povo negro.
”
Para EVARISTO, (2016), o ato de aquilombar-se é uma escolha política em si próprio, diferenciando-se de agrupamentos de guetos e favelas ou periferias, pois estes são imposições sociais excludentes que evidenciam o racismo estrutural, já o aquilombamento traz à memória coletiva a preservação das subjetividades que é também o signo de escrivivência de acordo com as individualidades na expressão coletiva.
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