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Como seguir a Jesus: análise exegética de Marcos 8,34 – 9,1
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O convite ao discipulado é um elemento fundamental na caminhada cristã. A perícope analisada se dá no contexto do caminho de Jerusalém; já a caminho da cruz. Trata-se de um relato de vocação, que se constituem por narrativas breves, com uma finalidade paradigmática, neste caso, apresentar o modelo de comportamento a ser seguido. O texto quer pintar o quadro de uma cosmovisão que objetiva exortar aos leitores a assumir um comportamento bem definido. Seguir a Jesus significava uma negação radical de si mesmo. O discípulo deve “carregar a sua cruz”. E isso implica ter plena comunhão com o próprio destino de Jesus: perseguição, sofrimento e morte. Aqueles que suportam os sofrimentos vinculados ao seguimento de Jesus, são objetos de promessas da parte do Mestre. Em Marcos, a expressão tomar (= portar) a própria cruz é uma representação metafórica da disposição ao martírio e do espírito de abnegação que devem distinguir os seguidores de Cristo. Jesus chama de forma imperativa a multidão e aos seus discípulos. Aqueles que “querem” seguir a Jesus devem cumprir duas condições: negar-se a si mesmo, e tomar a sua cruz. Implica na aceitação da disposição de morrer por causa do seguimento, e se refere a todas as perseguições e tribulações que os discípulos podem experimentar durante o projeto do discipulado.
Title: Como seguir a Jesus: análise exegética de Marcos 8,34 – 9,1
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O convite ao discipulado é um elemento fundamental na caminhada cristã.
A perícope analisada se dá no contexto do caminho de Jerusalém; já a caminho da cruz.
Trata-se de um relato de vocação, que se constituem por narrativas breves, com uma finalidade paradigmática, neste caso, apresentar o modelo de comportamento a ser seguido.
O texto quer pintar o quadro de uma cosmovisão que objetiva exortar aos leitores a assumir um comportamento bem definido.
Seguir a Jesus significava uma negação radical de si mesmo.
O discípulo deve “carregar a sua cruz”.
E isso implica ter plena comunhão com o próprio destino de Jesus: perseguição, sofrimento e morte.
Aqueles que suportam os sofrimentos vinculados ao seguimento de Jesus, são objetos de promessas da parte do Mestre.
Em Marcos, a expressão tomar (= portar) a própria cruz é uma representação metafórica da disposição ao martírio e do espírito de abnegação que devem distinguir os seguidores de Cristo.
Jesus chama de forma imperativa a multidão e aos seus discípulos.
Aqueles que “querem” seguir a Jesus devem cumprir duas condições: negar-se a si mesmo, e tomar a sua cruz.
Implica na aceitação da disposição de morrer por causa do seguimento, e se refere a todas as perseguições e tribulações que os discípulos podem experimentar durante o projeto do discipulado.
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